São Paulo,  
Busca:   

 

 

Terror//Insurgência

 

TERROR de Estado. O presidente do Irã não atende ao ultimato do Conselho de Segurança da ONU. Bush dá a resposta à posição do Irã.

Por IBGF/WFM

Ahmadinejad, presidente do Irã.


OLHO.

O presidente do Irã avisa que o país não renunciará ao enriquecimento do urânio. Adverte que não há prova de uso militar.

Adverte que não "cederá um passo à pressão ocidental" quanto à suspensão do programa nuclear. Em caso de represália, frisou, o Irã interromperá o fornecimento de petróleo.

O ultimatum do Conselho de Segurança tinha data certa para a suspensão do enriquecimento de urâneo: 31 de agosto.

Bush já apresentou a réplica a Ahmadinejad:"Chegou a hora de se fazer uma escolha sobre o que fazer ao Irã".

MATÉRIA.

Com semblante de poucos amigos, o presidente Bush replicou à declaração do presidente iraniano de que não atenderá ao ultimato do Conselho de Segurança, com ameaça de que suspenderá a exportação de petróleio se houver a imposição de sanção ao seu país.

Bush, depois de frisar haver chegado o momento de se fazer algo com relação ao Irã, rematou: " nós já fizemos a nosso escolha sobre o que fazer. Continuaremos a trabalhar ap lado dos nossos aliados para encontrar uma solução diplomática, mas deverão existir conseqüências em razão do desafio iaraniano".

A União Européia (UE) decidiu pela continuação do diálogo com o Irã, apesar do vencimento do prazo (31 de agosto) dado pelo Conselho de Seguranção da ONU. Ficou posto, no entanto, que o prosseguimento do diálogo será informal e não mais formal, pelo descumprimento da decisão do Conselho de Segurança.

A Agência Internacional de Energia Atômica acabou de informar que o Irã continua o processamento de urâneo, mas inexiste prova de que o programa nuclear tenha objetivos militares.

O desprezo ao ultimado do Conselho de Segurança foi anunciado por Ahmadinejad por ocasião de um discurso na cidade de Orumiyeh: O Ocidente deve saber que a nação iraniana não cederá às pressões, nem diante da hipótese de uma agressão. Ela não aceitará nenhuma violação das suas prerrogativas de nação. As potências opressoras não querem que o nosso país alavanque o seu progresso."


Assuntos Relacionados
© 2004 IBGF - Todos os direitos reservados - Produzido por Ghost Planet