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Terror//Insurgência

 

TERROR: Zarqawi agonizou 15 minutos. Confira os últimos vazamentos e como se moveu a inteligência americana no caso Zarqawi. Confira o papel da inteligência jordaniana, considerada uma das melhoers do mundo.

Por IBGF/WFM

IBGF,11 de junho de 2006.
Novas revelações. Vazou a notícia que Zarkawi agonizou por 15 minutos. Foi colocado numa maca, depois de encontrado debaixo dos tijolos da casa bombardeada e que lhe servia de refúgio.

Acabou desmentida a morte de um menino que estaria no refúgio de Zarqawi e que se especulava ser seu filho com a segunda esposa, esta sim morta em razão das explosões.

A família de Zarqawi, que mora na Jordânia, pressiona para o obtenção do corpo e a fim de realizar um enterro de acordo com os rito muçulmano. Os norte americanos temem que a sepultura de Zarqawi,-- caso entregue o corpo--, se torne em local de veneração e propício para se cultuar, entre os jovens, a jihad (guerra santa). ............

RETROSPECTIVA
IBGF,9 junho 2006.



O refúgio de Zarqawi foi descoberto 15 dias antes do ataque mortal da quinta feira 8. Foram várias as fontes utilizadas pela Força Tarefa 145 (Task Force), formada por americanos, ingleses e membros do serviço secreto jordaniano.

Por exemplo, no mês de maio, os 007 da Jordânia (um dos melhores serviçoes secretos do mundo) capturaram, no seu país, Khalaf al Karbuli. Karbuli era um dos encarregados, à distância, da análise do quadro situação voltado à proteção de Zarqawi.

Por outro lado, a Task Force 145 aproveitou a chada "Lei da Vendetta" (Lei da Vingança). Pela tradição tribal, a morte de um sheik de clã implica em represália de sangue. No particular, Zarqawi liquidou mais de dez cheques de clãs regionais.

No campo da contra-informação, os serviços secretos norte-americanos, de maneira eficientíssima, trabalharam para difundir a imagem de Zarqawi como o protagonista da luta de resistência e da jhiad (guerra santa).

O vídeo exibido, encontrado em abril, com duração de 32 minutos, mostrou o protagonismo de Zarqawi e o mito do chefe-único levou à reprovação por parte de de lideranças sunitas, que estão em desvantagem em face dos xiitas.

Fora tudo isso, o líder espiritual de Zarqawi, -- o emir Kudeis al Juburi, estava sendo seguido há 6 semanas. Ele acabou morto na habitação que servia de refúgio a Zarqawi.
Também pesou o prêmio de US25 milhões: na terça e quarta feiras (dias 6 e 7 de junho) surgiu a delação de que Zarqawi participaria, no seu local de refúgio, de uma reunião.
Depois do exitoso raid-aéreo, verificou-se que Zarqawi estava em companhia de uma mulher, uma criança, do líder espiritual Juburi e dois seguranças.

Apenas parte do corpo de Zarqawi foi mostrado, depois de recolhidos os pedaços.

De pronto, Zarqawi restou reconhecido por uma particular tatuagem e velhas cicatrizes de ferimentos experimentados no Afeganistão.

No lugar de Zarqawi assumiu o egípcio Abul Masri, que era seu lugar-tenente.

A divulgação da foto de Zarqawi morto foi uma maneira pensada ( pelo serviços de inteligência dos EUA, Jordânia e Inglaterra) de mostrar aos terroristas fundamentalistas (incluído a Al Qaeda) que também sabem impactar: os terroristas exibiram filmes de decaptações e atentados espetaculares. Em síntese, o impacto da chamada guerra psicológica, usada para abater o moral do adversário.


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