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Terror//Insurgência

 

TERROR de Estado: manifestação em Roma na frente da embaixada do Irã.

Por IBGF/WFM

ROMA, novembro de 2005.

Defronte à embaixada do Irã em Roma, 15 mil italianos promoveram uma concentração em protesto contra o presidente iraniano que exortou seu povo a "apagar Israel do Mapa" e apontou a Itália como centro do "sionismo internacional".

Giuliano Ferrara, na manifestação. Gritou em hebraico: "Zendebah Israel" (Viva Israel).


Na manifestação, a palavra de ordem era o combate à intolerância e ao fundamentalismo. O jornalista e intelectual Giuliano Ferrara era o mais exaltado. Ferrara publica, diariamente, Il Foglio, uma das publicações mais lidas na Itália.

A concentração ocorreu na esquina formada entre as vias Sta.Costanza e Nomentana, ao lado da embaixada do Irã. Os gritos eram de "Viva a Liberdade". Estava presente o rabino Riccardo di Segni, que é a mais alta autoridade religiosa judaica em Roma.

O governo iraniano do presidente AHMADINEJD está acusando a Itália de ter se transformado no centro do sionismo internacional, que os fundamentalistas querem destruir.

Edoardo Agnelli, --filho do falecido Gianni Agnelli que dirigiu a FIAT--, é apontado, pelos fundamentalistas xiitas, como "martir". Para os fundamentalistas xiitas foi assassinado a fim de se impedir que assumisse a presidencia da FIAT, na sucessão do já doente pai, Gianni Agnelli. Edoardo converteu-se ao islamismo xiita.

Nas investigações conduzidas pela magistratura do Ministério Público italiano, conclui-se que Edoardo se suicidou. numa das inúmeras e permanentes crises depressivas.

Estiveram presentes na manifestação dois ministros de Estado (Calderoni e Landolfi), o prefeito de Roma (Walter Veltroni) e líderes políticos de esquerda Fassino, D´Alema, etc), centro e direita. Não compareceram Bertinotti e Deliberto, líderes da esquerda radical.

Para responder à manifestação de Roma, jovens fundamentalistas xiitas marcaram para o dia 15 de novembro próximo (ano 2005) uma passeata em Teerã. Segundo os organizadores, será para relembrar o martírio de Edoardo Agnelli, morto há 5 anos (ano 2000) e convertido ao islamismo xiita.

Ontem (3 de novembro de 2005), o ayatollah Ali Khamenei, chefe religioso xiita, manifestou-se no encerramento do Ramadã. Disse que as ameaças internacionais não tirarão o Irã do programa nuclear e das suas lutas. Retrospectiva

ROMA, 03 de novembro de 2005.

Olho.
Roma.Está previsto para hoje, às 21 horas de Roma (18 horas do Brasil) e na frente da embaixada do Irã, uma manifestação de protesto contra o fanatismo e a intolerância do governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad que, depois de manifestar a intenção de "apagar Israel do Mapa", atacou a Itália, taxando-a de centro de proteção dos abusos do sionismo na Europa.
São esperados 10 mil manifestantes, incluído o prefeito de Roma, Walter Veltroni. Por outro lado, em Teerã, cerca de 300 manifestantes protestaram defronte da embaixada da Itália. Queimaram a bandeira italiana e acusaram a família Agnelli.
Ontem (2 de outubro de 2005), duas bombas atingiram prédios da British Airways e da Bristsh Petroleum em Teerã.

MATÉRIA.

Vai começar ás 21 horas (18 horas do Brasil), em Roma, o protesto contra o infeliz pronunciamento do fundamentalista e fanático presidente do Irã, --Mahmound Ahmadienejad.
manifestantes contra Israel e Itália em teerã, defronte a embaixada italiana.


Além da absurda intenção de "apagar Israel do mapa", o presidente Iraniano investiu contra a Itália, por "fazer o jogo do sionismo internacional".

Mais de 10 mil pessoas estarão concentradas defronte da embaixada do Irã em Roma. Todos os partidos políticos e intelectuais participarão do protesto, ao lado do prefeiro de Roma, Walter Veltrone. Os fanáticos do Islã chegam a acusar a família Agnelli, da Fiat, jornal La Stampa, equipe de futebol da Juventus, etc, de ter matado o herdeiro Edoardo Agnelli, por ter ele se convertido ao islamismo. Na verdade, Edoardo Agnelli suicidou-se, em face de crise depressiva. Na tarde de hoje (14 horas do Brasil), 300 manifestantes queimaram as bandeiras de Israel e da Itália em Teerã. Isso defronte a embaixada da Itália em teerã. Como se percebe, a queda dos moderados (do premier Katami) abriu espaço, no Irã, ao velho fundamentalismo do tipo pregado por Komeine, ou seja, fanatismo religioso voltado a eliminar os ocidentais. ........

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RETROSPECTIVA

em 2/11/2005. Terça feira.

Duas bombas explodiram defronte às sedes da British Airways e Bristish Petroleum. Tudo decorre do discurso do presidente iraniano,--Mahmoud Ahmadinejad--, que disse ser necessário "apagar Israel do Mapa" e das manifestações de repúdio vinda de diferentes países, incluído o Reino Unido.

Preço do Fanatismo. Manifestação em Teerã, depois de o fundamentalista presidente iraniano ter externado desejo de "apagar Israel do mapa".


Os moderados que deixaram o poder no Irã não conseguem esboçar resistência à volta do fanatismo fundamentalista, agora capitaneado pelo presidente Mahmoud.

Grupo de terroristas de matriz wahabista anunciaram hoje (2 de novembro de 2005) a eliminação do ator Omar Sharif, que converteu-se ao islamismo. A ameaça decorre do fato de o ator ter atuado, em Roma, numa filmagem na qual faz o papel de São Petro. Em Roma, está marcada uma manifestação de protesto contra o governo iraniano. Será defronte a embaixada do Irã, num clima decorrente de acusações fundamentalistas de influência de "italianos sionistas", como o império da família Agnelli (Fiat, La Stampa, etc). O embaixador italiano no Irã, Roberto Toscano, foi convocado de volta a Roma para prestar informações.


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