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Terror//Insurgência

 

TERRORISMO. Depois de Londres, a bola da vez anunciada pelo terrorismo internacional será Itália ou Dinamarca. Avisa Blair:-"Não vencerão".

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

1)mais de 50 mortos e 700 feridos. Foram 4 explosões no total. Delas, três nas estações de metrô (8,51 em Liverpool Stret Station;/ 8,51, na Kings Cross-Russel Sreet;/ e a última na Edgware Road) e uma dentro de um ônibus (de dois andares- com explosão no segundo andar) e que causou 13 mortes, ou seja, de passageiros que estavam na parte superior. O ônibus estava na Upper Woburn Square.
Terrorismo de matriz fundamentalista islâmica (Al Qaeda).


Confirmou-se em Londres, mais uma vez, a regra de que nenhum Estado (país-nação), ainda que do Primeiro Mundo e potente, está em condições de proteger continuadamente os seus cidadãos das ações terroristas internacionais.

Os ataques concatenados (4 explosões quase simultâneas em pontos distintos do metrô londrino e no interior de um ônibus) indicam estratégia de matriz fundamentalista islâmica. Daí já se estar apontando para a JIAD DA AL QAEDA EUROPÉIA.

A propósito, cumprem-se as ameaças, pós invasão do Iraque. Da lista de alvos prometidos de ataques pelo terrorismo internacional já foram atingidas a Espanha e Londres. Faltam Itália e Dinamarca ( conforme ordem anunciada pelas organizações terroristas de matriz neo-wahabistas (Bin Laden) , que apoiaram a invasão do Iraque e lá mantém as suas tropas.

Com relação à Itália, os seqüestros de agentes de segurança e de uma jornalista (recentemente libertada mediante pagamento) mostram que as represálias já começaram
3 ônibus explodiram. Na foto, o da Russel Square.


Nenhum país está imune a ação do terrorismo internacional, que não se confunde com movimentos insurgentes. A meta do terrorismo da Al Qaeda é aniquilar a chamada "ordem global" e criar novas estruturas sociais regidas pelo radicalismo islâmico.
Em 11 de setembro, o ataque inesperado veio "do céu". Em Madri e Londres, os ataques vieram do subterrâneo, ou seja, de estações do metrô. Em outras palavras, sempre ações surpreendentes, com muito sangue e todas direcionadas a atingir o "coração do inimigo" (ataques espetaculares, a difundir o medo). .............................

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2.HORROR E PAVOR.

"É um dia muito triste para os ingleses", declarou o premier Yony Blair. O chefe de estado condenou, ainda, o terrorismo: " O propósito do terrorismo é seguramente o de aterrorizar as pessoas e nós não nos deixaremos aterrorizar".

Frisou Blair, ainda, "quando tentaram os terroristas mudar as nossas vidas, não conseguiram. Quando procuraram nos dividir, também não conseguiram" (referência às últimas eleições, com Blair saindo vencedor no pleito). Manteremos o nosso espírito e a nossa dignidade", arrematou Blair, bastante comovido e num pronunciamento às redes de televisões.


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