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Terror//Insurgência

 

TERROR. Alerta máximo em Londres. Novos atentados são esperados.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

.2 de julho de 2007.

Londres em alerta. Aproxima-se o 7 de julho.


1.Terror. Médico-monstro. Gordon não é Blair.

Um médico neurologista do hospital de Glasgow (Escócia), -nascido e formado na Jordânia-, encontra-se preso preventivamente. Contra ele pesa a suspeita de participar da organização do atentado terrorista ocorrido no aeroporto da cidade, no sábado passado: um jeep em chamas, --com gás e gasolina estocados no seu interior-, foi lançado contra a saída do terminal internacional do aeroporto de Glasgow.
O médico jordaniano chama-se Mohammed Jamil Abselkader Asha. Sua mulher também acabou presa, a subir para sete o número de suspeitos com custódia decretada.
. Os 007 da inteligência britânica não têm dúvida quanto à conexão entre o atentado de sábado em Glasgow e os dois que faliram em Londres, na sexta feira 27.
A prisão do médico jordaniano indica que os 007 do MI5 estão a chegar perto dos cabeças que governam a célula responsável pelos dois atos de Londres e os dois de Glasgow (mo aeroporto e por meio de um carro-bomba encontrado e detonado pela polícia).
Dados de inteligência revelam que existem 200 células terroristas ativas na Grã Bretanha. Nelas são planejados atentados terroristas de baixa intensidade, pois a vigilância policial está a impedir ações grandiosas.

O final de semana levou as autoridades a decidir sobre a imposição de alarme máximo, até porque próximo do 7 de julho: ataque ao metrô, com 52 pessoas mortas.
Notou-se uma primeira diferença de comportamento entre o novo premier, Gordon Brown, e Blair, que acabou de deixar a chefia do governo.
A diferença é para melhor, pois deixada a marca do populismo. O novo premier não correu para a televisão e nem passou a anunciar alterações legislativas para aumentar punições, que já são suficientemente pesadas. Para fundamentalistas fanáticos, a vida ou a pena de prisão perpetua não inibem.

Gordon Brown pediu aos cidadãos britânicos para permanecerem unidos: -“Não cederemos, não nos deixaremos intimidar, não permitiremos que ninguém nos faça mudar nosso modo de um viver britânico”.

Sua frase final convence. Em Londres, no final de semana, a Parada do Orgulho Gay transcorreu normalmente. No novo estádio de Wwmbley compareceram 70 mil pessoas ao encontro musical em homenagem a Diana. Foram tocadas músicas da predileção de Diane. No palco, mega-estrelas como Elton John, Duran-Duran, Bryan Ferry .

Por outro lado, no centro de análises científicas de explosivos, internacionalmente conhecido por Lb.X47, trabalhava-se ininterruptamente em busca de indícios que auxiliarão nas investigações policiais e de inteligência.
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.............................. Retrospecitiva

1 de julho de 2007.

Terror Londres-Glasgow: presos 5 suspeitos.



Até agora foram presas cinco pessoas suspeitas de envolvimento no falido atentado terrorista planejado para Londres: ( consulte matérias abaixo).
As duas primeiras estavam num automóvel que transitava pela autoestrada M6, em Cheshite (região norte-ocidental). Conforme os 077 do MI5, trata-se de um casal: homem aparentando 26 anos de idade e a mulher cerca de 27.
O terceiro suspeito encontrava-se em Liverpool quando preso.
Numa escala no aeroporto de Glasgow, policias britânicos prenderam os dois últimos suspeitos. Um deles chamara a atenção por estar com queimaduras e em estado deplorável. Com escolta policial, o suspeito com queimaduras já estaria internado em hospital de Glasgow.
Até agora, os nomes dos suspeitos são mantidos sob sigilo. Sabe-se, apenas, que os dois suspeitos aprisionados em Glagow têm “asian looking” , ou seja, aparência de asiáticos. Segundo testemunhas que presenciaram as duas prisões, ambos são parecidos com indianos ou paquistaneses.
Por outro lado, suspeita-se que a Al Qaeda esteja em apoio à ação terrorista de sexta 30 de junho, em Glagow. Na ocasião, um utilitário incendiado foi lançado contra um dos terminais do aeroporto de Glasgow. Hoje, a polícia britânica realizou a “explosão controlada” de um veículo automotor suspeito. O veículo estava estacionamento numa garagem do Royal Alexandra Hospital, localizado na periferia de Glasgow.
Até agora, os 007 britânicos acreditam na co-relação entre os episódios ocorridos em Londres (29 de junho) e Glasgow (30 de junho). Tudo, aliás, em razão do segundo aniversário da tragédia de 7 de julho de 2005, acontecida no metrô de Londres, com 52 mortos.
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Retrospectiva: 1/7/2007.
Zawahiri, o segundo da Al Qaeda.


Coquetel Zawahiri: “Faça Você”

Ao contrário do que acontece em Bagdá e Beirut, conseguir dinamite em Londres não é fácil. Nos EUA, menos ainda.
A solução está em buscar substitutivos no supermercado, ensina por internet Ayman Al Zawahiri: médico egípcio dado como o segundo homem da Al Qaeda.
Parêntese: Zawahiri seria o primeiro da hierarquia da Al Qaeda. Isto sustentam alguns especialistas em terrorismo. Aqueles que acreditam que Osama bin Laden já morreu.
Fechado o parêntese.

Comprar em supermercado acetona para unhas, tintura para cabelos, botijão de gás, baterias e celular, é muito fácil. Tão fácil como encher o tanque do automóvel com gasolina para, depois, transferir-la a um botijão de plástico, também vendido em supremercado.

No abortado atentado londrino da sexta 29, os dois velhos automóveis (ambos da marca Mercedes Bens) estavam com botijões de gasolina, gás, acetona, pregos, tintura para cabelos e aparelhos celulares ligados.

A primeira velha Mercedes encontrava-se estacionada defronte a um nightclub de Haymarket. E lá estavam 1.700 pessoas, segundo levantamento feito com base nos registros do caixa e das comandas dos atendentes.
No estacionamento do Parque Lane, defronte ao Hyde Park, estava a outra Mercedes. No seu interior, os mesmíssimos componentes do coquetel terrorista de Zawahiri.

O “faça você mesmo”, --referência ao o coquetel terrorista--, pegou entre os fanáticos fundamentalistas que habitam nos centros urbanos do Primeiro Mundo. Muitos deles, nasceram no Ocidente, ou melhor, na Inglaterra, EUA, França, e Espanha, para ficar nos países alvos da Al Qaeda.

Para os 007 do MI5, da sua majestade a Rainha, a estratégia barrada em Londres e referente às explosões de carros-bombas é a mesma utilizada no Iraque. Aliás, a mesma empregada no trágico ataque contra a discoteca de Bali, onde explodiu um furgão carregado de tanques contendo gasolina e detonado por sinal de celular
Conforme comunicado feito aos 007 aliados e a serviço dos países alvos, o arquiteto do plano terrorista descoberto na sexta 29, é um veterano e procurado terrorista. Ele atuaria no Iraque, em planejamentos para a Al Qaeda

Verdade ou não, uma coisa é certa. O plano terrorista foi descoberto por obra do acaso.

Uma enfermeira de ambulância percebeu, enquanto atendia um bêbado caído na rua, que fumaça saia do interior da Mercedes estacionada defronte ao nightclub em Haymarket. E, no Parque Lane, cheiro de gasolina chamou a atenção para a segunda Mercedes, levada ao estacionamento.
Pano Rápido. Alá não estava com os terroristas.
Walter Fanganiello maierovitc, às 14,40 hs.
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29/6/2007.



Terror: tragédia em tempo real.
Os 007 do Reino Unido trabalham com uma tese verossímil para explicar os abortados atentados terroristas de sexta 29, em Londres.
Para os 007 da sua majestade a Rainha, os atentados seriam para comemorar os dois anos da tragédia de 7 de julho de 2005, ocorrida no metrô de Londres e com 52 pessoas mortas.
Comemorar com antecipação de data ?
Isso não, afirmam os 007 do M15, que é serviço de inteligência interna.
Conforme vazou, --a velha Mercedes, cheia de explosivos e estacionada defronte à discoteca Tiger-Tiger em Haymarket (ao lado do Piccadilly Circus)--, estaria estacionada à espera de um novo piloto, escalado num esquema de revezamento. Sempre segundo os 007, o veículo da marca Mercedes seria deslocado para estacionar, em 7 de julho, próximo ao local de largada do Tour de France, onde estariam, por baixo, um milhão de pessoas.
O circuito do Tour de France parte de Londres. Passa pelo Hyde Park, Park Lane, Piccadilly e Whitehall.
Vale lembrar que todo o circuito londrino do Tour di Fance é televisionado e as imagens enviadas para todos os cantos do planeta. Portanto, as explosões seriam assistidas em tempo real.
Como lembrou o enciclopedista Diderot (1713-1784), “Do fanatismo à barbárie, basta um passo” Walter Maierovitch, 13 horas.


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