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Terror//Insurgência

 

TERROR. Nova Geração. Preso líder emergente da Al Qaeda.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

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30 de abril de 2007.

Dos novos líderes da Al Qaeda, um dos mais influente é Abdal-Hadi-Al Iraqi, de 46 anos.



Conforme divulgou o Pentágono, Al Iraqi foi capturado na sexta-feira 27, quando tentava entrar no Iraque. O terrorista jpa foi removido para o presídio de Guantânamo (Cuba).

Em Guantânamo, os EUA mantém 400 detidos acusados de ligação com o terrorismo internacional. E l[a estão 14 terroristas de ponta da Al Qaeda.

Há mais de 10 anos, Al Iraqi está associado à Al Qaeda e é um dos vices de Bin Laden.

. Ele nasceu em Mosul (Iraque), entre 1960 e 1961.

Al Iraqi foi designado por Bin Laden para monitorar as ações da Al Qaeda no Iraque, depois dos problemas decorrentes de protagonismo de Al Zarqawi, morto pelos norte-mericanos.

Pela cabeça de Al Iraqi, a CIA oferecia um milhão de dólares.

O terrorista preso comandou um frustrado atentado contra o presidente e ditador paquistanês Pervez Musharraf. Quando os telebans perderam o governo do Afeganistão, coube a Al Iraqi planejar os ataques iniciais às tropas aliadas. Sobre Al Iraqi, o Instituto Brasileiro Giovanni Falcone, em 9 de abril de 2007, informou: Abdal Hadi al Iraqi nasceu no ano de 1960. É iraquiano e já foi major da guarda especial de Saddam Hussein. Ao lado de Bin Laden, participou da luta de guerrilha que culminou com a expulsão dos soviéticos do Afeganistão.

Zawahiri, ideólogo da Al Qaeda.


Al Iraqi fala três línguas:pastum (língia falada pela etnia pashtu no Afeganistão), dari ( língua persa falada no Afeganistão por mais de 60% da população) e urdu (língua indu-européia da àsia meridional. É a língua oficial do Paquistão e usada, como o inglês, para finalidades administrativas na Índia).

O qaedista al Iraqi escreveu a Enciclopédia da Jihad, em 11 volumes e encontrada em cd-rom. Ele vive como um guerrilheiro taleban, mas sabe como se comportar e vestir quando freqüenta palácios árabes. Al Iraqi freqüenta muitos palácios e isto para buscar recursos financeiros para a Al Qaeda.

Al Iraqi, que atua no Paquistão e na fronteira com o Afeganistão), já serviu como mediador enviado por Bin Laden. Quando o falecido Al Zarqawi foi considerado fora da disciplina e controle da cúpula da Al Qaeda, coube a Al Iraqi tentar enquadrá-lo, fatoo só conseguido depois da segunda tentativa.

É voz corrente que Al Iraqi, que vive no Waziristão (Paquistão), " não tem a arrogância e nem o formalismo superior de outros expoentes árabes". Ele já preparou um falido complô que tinha por meta eliminar o ditador paquistanês Musharraf.

No currículo, Al Iraqi tem registrado a responsabilidade pela preparação e infiltração de 12 mujahedin brancos no Ocidente. São adjetivados por brancos porque são naturais da europa, ou seja, 9 britânicos, 2 da Noruega e 1 australiano.

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09 de abril de 2007.

Bin Laden, última parição em televisão.




Caso esteja viva, o número 1 da Al Qaeda, Osama bin Laden, virou cinqüentão, isto em 10 de março passado. Conforme fontes de inteligência, Laden está investindo na "nova geração de qaedistas, tirados da chamada Nova Academia do Terror, que funcionaria no Paquistão, próximos a campos de treinamentos móveis

Para os 007 da chamada espionagem ocidental, Laden está bem vivo e circula por regiões tribais do Paquistão. Seu sogro, o afegão mulá Omar, segundo revelado pelos mesmos 007, também está no Paquistão, em Quetta.

Os futuros sucessores de Laden já estão em plena atividade e todos eles numa faixa etária entre 35 e 45 anos de idade. Os mais destacados são Abu Jihad Al Masri, egípcio; Atiya Abd Al Rahman, líbio; e Abdul Hadi al Iraqi, iraqueano.

Todos eles estão conctados à network da Al Qaeda. Uma rede de terror nunca conectada em tempo real e que, por isso, dá autonomia a "grupos". E estes grupos têm sempre Laden como referente ideológico.

Os três novos líderes supracitados guiam os seus comandados livremente, mas recebem apoio logístico e estratégico da Al Qaeda-Central, a permitir que realizem operações espetaculares em diferentes continentes.

Na Nova Academia do Terror, os graduados apreendem o papel de "facilitadores" e contam com preparo para promoção de atentados e ações de guerrilha.

Nenhum dos líderes novos conseguiu alcançar o nível de Khlaed Seikh, que confessou e é considerado, pela CIA, o mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001.

Abdal Hadi al Iraqi nasceu no ano de 1960. É iraquiano e já foi major da guarda especial de Saddam Hussein. Ao lado de Bin Laden, participou da luta de guerrilha que culminou com a expulsão dos soviéticos do Afeganistão.

Al Iraqi fala três línguas:pastum (língia falada pela etnia pashtu no Afeganistão), dari ( língua persa falada no Afeganistão por mais de 60% da população) e urdu (língua indu-européia da àsia meridional. É a língua oficial do Paquistão e usada, como o inglês, para finalidades administrativas na Índia).

O qaedista al Iraqi escreveu a Enciclopédia da Jihad, em 11 volumes e encontrada em cd-rom. Ele vive como um guerrilheiro taleban, mas sabe como se comportar e vestir quando freqüenta palácios árabes. Al Iraqi freqüenta muitos palácios e isto para buscar recursos financeiros para a Al Qaeda.

Al Iraqi, que atua no Paquistão e na fronteira com o Afeganistão), já serviu como mediador enviado por Bin Laden. Quando o falecido Al Zarqawi foi considerado fora da disciplina e controle da cúpula da Al Qaeda, coube a Al Iraqi tentar enquadrá-lo, fatoo só conseguido depois da segunda tentativa.

É voz corrente que Al Iraqi, que vive no Waziristão (Paquistão), " não tem a arrogância e nem o formalismo superior de outros expoentes árabes". Ele já preparou um falido complô que tinha por meta eliminar o ditador paquistanês Musharraf.

No currículo, Al Iraqi tem registrado a responsabilidade pela preparação e infiltração de 12 mujahedin brancos no Ocidente. São adjetivados por brancos porque são naturais da europa, ou seja, 9 britânicos, 2 da Noruega e 1 australiano.

Os líderes Abu Jihad al Masri (foto acima), egípcio, e Atiya Abd al Rahman, natural da Líbia, operam em várias regiões de conflito: ambos são sunitas, como Bin Laden. Abu atua no Irã, e Atiya no Paquistão e fronteira deste com o Irã, para desprazer dos ayatolas, que são xiitas. Tanto Abu quanto Atiya têm apoio do Egito, onde se submetem à coordenação de Khalid Habib, influente na Irmandade Muçulmana.

WFM, 9 de abril de 2007.

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Zarquawi.


Retrospectiva: os 50 anos de Osama bin Laden.

Caso esteja vivo, Osama bin Laden completará 50 anos no sábado, 10 de março de 2007. Para os 007 da espionagem norte-americana, a reorganização dos talebans e da Al-Qaeda, a partir do sul do Afeganistão, onde se concentra o plantio de ópio controlado por chefes dos clãs chamados “Senhores das Guerras”, é obra de gestão com digitais de Bin Laden e execução entregue ao mulá Mohammed Omar, seu sogro.

Pelo jeito, Bin Laden sobreviveu no curso dos seis anos da tomada do Afeganistão pelas forças aliadas. O engano de Bush acabou dispendioso financeiramente: o xeque saudita, ao que parece, não estava escondido nas cavernas da região montanhosa de Tora-Bora, submetida a ataques com bombas penetrantes no solo, de última geração. Caso entocado em Tora-Bora, Bin Laden não teria a mínima chance de sobreviver. Dos pedaços de corpos encontrados e submetidos a exames de DNA, nenhum pertencia a ele.

Com muitos apelidos e “aliases”, como Príncipe da Morte, Hajj, Mujahid Shaykh, Emir, Abu Abdallah, Director, o fundador da Al-Qaeda, constituída em 1988, conseguiu introduzir e espalhar pelo planeta, depois dos ataques às torres gêmeas de Nova York e ao Pentágono em Washington, o sistema de franchising do terror. Por meio de tradição oral, todos os jihadistas sabem que as células da Al-Qaeda têm liberdade operacional e vida própria. No entanto, elas ficam sujeitas ao controle ideológico do leadership Bin Laden e do segundo homem na hierarquia, o egípcio Al Zawahiri. A respeito, foi significativo o puxão de orelha dado em Al Zarquawi, então chefe da Al-Qaeda do Iraque: seu sucessor está sob silêncio obsequioso, para usar uma linguagem vaticana.

Embora com a cidadania saudita caçada e visto como deserdado pela riquíssima família Laden, ligada à nobreza da Arábia Saudita, a CIA sempre desconfiou, mas nunca comprovou, que Bin Laden recebia muito dinheiro dos parentes. Só com a herança do pai, um construtor nascido no Iemên do Sul e que caiu nas graças da família real, embolsaria estimados 300 milhões de dólares, mas só teria conseguido pôr as mãos em 25 milhões de dólares. E 25 milhões de dólares é a quantia oferecida pelo ex-presidente Bill Clinton pela sua cabeça.

Formado em economia, gestão administrativa e engenharia civil, Bin Laden sempre soube engendrar operações financeiras, sem deixar rastro. Aliás, aprendeu com a CIA como evitar o rastreamento de capitais: recebeu milhões de dólares da agência americana na luta de expulsão dos soviéticos do Afeganistão.

Sem problema de caixa, Bin Laden executou os ataques espetaculares, no mesmo dia 7 de agosto de 1998, às embaixadas norte-americanas em Nairobi (Quênia) e em Dar Es-Salaam, na Tanzânia.

Com o prestígio de quem mandou explodir duas embaixadas e foi expulso do Sudão por pressão norte-americana, Bin Laden qualificou-se e foi um dos cinco signatários, no mesmo ano dos ataques, da fatwa, ou seja, do decreto-compromisso de eliminação de judeus e cristãos e, de quebra, de eliminação dos norte-americanos, civis ou militares, e aliados. Aí, ele se aproximou do fanático médico Zawahiri, membro fundador da Irmandade Islâmica egípcia e hoje segundo na hierarquia da Al-Qaeda.

Nos 50 anos de Bin Laden, a verdade é que nem jihadistas nem o governo Bush têm interesse de sustentar ou comprovar que ele está morto.

A última aparição de Bin Laden ocorreu em 29 de outubro de 2004, em vídeo exibido pela televisão Al-Jazzira, do Catar. Segundo a leitura dos analistas do Pentágono, o saudita, pela primeira vez, admitiu haver planificado e apoiado os covardes ataques de 11 de setembro de 2001.

É bom lembrar que o vídeo foi exibido às vésperas das eleições presidenciais nos EUA e só favoreceu o candidato George W. Bush, que tinha como bandeira de campanha a luta permanente e sem fronteiras contra o terrorismo internacional. No momento e para o governo Bush, o xeque saudita “não é mais tão importante e Bin Laden representa apenas uma parte do problema”.

Para a causa dos jihadistas é suficiente acreditar num Bin Laden vivo. O certo é que ele já se tornou imortal. Vivo ou morto, ele continuará a influenciar.

Nas interceptações telefônicas realizadas na Europa e no Oriente Médio pelos 007 dos serviços de inteligência, os extremistas grampeados falam como se Laden estivesse a remeter diariamente e-mails, com palavras de ordem, incentivos e ensinamentos diários.

A respeito do sumiço de Laden, muitos jihadistas lembram do conselho dado ao filho e que vazou para um jornal árabe: “A superexposição na mídia é prejudicial, danosa”. Março de 2007


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