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Terror//Insurgência

 

TERROR.Jornalista da BBC seqüestrado na Faixa de Gaza em 12 de março pode ter sido executado. FOTO, o jornalista Alan Johnston é o careca, no centro.

Por Wálter F Maierovitch/Rádio CBN/Justiça e Cidadania

IBGF/WFM, 16 de abril de 2007.
Alan Johston, seqüestrado na Faixa de Gaza, em 12 março de 2007, pode ter sido execuatdo pelos seus seqüestradores.


A BBC informou que continua a trabalhar junto às autoridades palestinas para obter urgente esclarecimento a respeito da noticiada eliminação do jornalista Alan Johnston. Frisa que os genitores do jornalista estão muito preocupados e lança um apelo para a libertação imediata do jornalista.

Os genitores de Johnston, Margareth e Graham, fizeram um desesperado apelo: Nós apelamos do fundo do coração a qualquer pessoa que saiba alguma coisa da situação de Alan que faça contato com as autoridades palestinas em Gaza. Os genitores do jornalista seqüestrado disseram que Alan trabalhou e viveu nos últimos 3 anos em na Faixa de Gaza para ter a possibilidade de contar aos leitores as histórias e as dificuldades dos palestinos, em especial para que fossem conhecidos no exterior.

Para o ministro das Comunicações da Autoridade Palestina, Mustafa Barghuti, o jornalista Johnston é pessoa estimada pelos palestinos porque ”teve um papel importante ao focar durante anos os crimes comentidos pelos israelenses”. Segundo o ministro Mustafa Barghuti, o anúncio da execução capital do jornalista não parece ser crível.

. Alan Johnston trabalha para a BBC desde 1991. ..............................................................

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br> RETROSPECTIVA.

15 de abril de 2007.

Alan Johston foi seqüestrado por desconhecido grupo armado que se diz chamar Brigadas da Jhiad e do Tawahid.



Um grupo armado até o seqüestro do jornalista e corresponde em Gaza da BBC, Alan Johston, assumiu a autoria e se autoproclama Brigaas da Jhiad e do Tawahid.

No domingo 15 de abril de 2007 ( o seqüestro ocorreu em 12 de março de 2007, na Faixa de Gaza), j uma agência palestina de notícias recebeu comunicado dando conta da execução de Alan Johston.

A BBC expediu uma nota: Enfatizamos o fato que se trata de notícia sem que se tenha feito uma verificação isenta.
A agência palestina recebeu o comunicado por e.mail realizado via internet. No e.mail consta que a desconhecida Brigadas da Jihad e do Tawahid exetou o jonralista que tinha seqüestrado em 12 de março passado, na Faixa de Gaza.

No ministério do Interior palestino, saiu a informação de se tratar de um informe sem credibilidade.

Em entrevista para a Agência Ansa Internacional, Khaled Abu Hilal, porta-voz do ministério do Interior, "o informe foi feiro por gente interessada em criar um clima de anarquia"

Num outro comunicado, a tal Brigadas prometeu divulgar um vídeo com a execução do jornalista, como feito, há pouco, os talebans, com relação à decaptação do intéprete que servia ao jornalista italiano Daniele Mastrogiacomo, já libertado. Para os especialistas, o grupo novo e desconhecido pode querer ganhar espaço na mínia, quer pela divulgação falsa, quer por uma fato chocantes, ao estilo da Al Qaeda, de Bin Laden. O certo é que, se verdadeira a notícia, será o primeiro caso de jornalista ocidental assassinado na Palestina.

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RETORSPECTIVA.

20 de março de 2007

Alan, seqüestrado em Gaza, na segunda, 12 de março de 2007.
OLHO

. Jornalistas palestinos, pela primeira vez, entaram em greve, pelo prazo de 24 horas, em solidariedade ao jornalista da BBC, seqüestrado, na segunda 12, na Faixa de Gaza.

O jornalista Alan Johston, de 44 anos, nascido na Tanzânia e criado na Escócia, trabalha na BBC, como repóter especial desde 1991 e se destacou como enviado especial para o Afeganistão.

MATÉRIA.
Jornalistas palestinos, pela primeira vez, entaram em greve, pelo prazo de 24 horas, em solidariedade ao jornalista da BBC, seqüestrado, na segunda 12, na Faixa de Gaza.

O jornalista Alan Johston, de 44 anos, nascido na Tanzânia e criado na Escócia, trabalha na BBC, como repórter especial, desde 1991 e se destacou como enviado especial para o Afeganistão. Wael al-Dahudub, do sindicato dos jornalistas da Palestina, falou que a greve é em solidariedade e em protestos contra permanentes seqüestros, na Faixa de Gaza, de jornalistas ocidentais. Frisou, ainda, que a greve é um sucesso, pois todos aderiram. O presidente da Autoridade Nacional da Palestina (ANP, Abu Mazen, e o premier Ismail Haiyeh, condenaram o seqüestro. O primeiro é ligado ao Fatah e o segundo ao Hamas. A suspeita é que seqüestro tenha como responsável a organização de paramilitares Al Aqsa, semi independente da Fatah. ...........................................

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RETROSPECTIVA




OLHO.

WFM, 13 de março de 2007.

Allan Jhonston é correspondente da BBC e reside em Gaza. O seqüestro ocorreu quando voltava do trabalho e ficou com o automóvel parado num congestionamento.

Homens encapuzados e fortemente armados arrancaram Jhonston do automóvel e ele só teve tempo de arrancar do bolso um cartão-de-visita e jogar no chão, para ser apanhado pelas testemunhas que assistiram o sucedido e nada podiam fazer.

De Londres, a BBC emitiu nota: “ Até o momento não conseguimos contatos e estamos preocupados com a segurança do nosso jornalista. Estamos recolhendo informações mas não recebemos nenhum pedido de pagamento ou abertura de negociações”.

O ministro palestino Saced Seyam, membro do Hamas, considerou o acontecido como “um ato de criminosos”. Acrescentou: “as forças de segurança perseguiram os seqüestradores e os apresentarão à Justiça”.

Integrantes da segurança mantida pela Fatah organizaram postos de bloqueio de veículos pelas estradas de Gaza, com o objetivo de encontrar e libertar o jornalista seqüestrado.

MATÉRIA comentada na rádio CBN.

No último domingo em Madrid (11/3/2007), emocionou a cerimônia conduzida pelo rei espanhol.

Ao lado da estação Atocha do metrô, o rei Juan Carlos inaugurou memorial às 192 vítimas fatais dos ataques perpetrados pelo terrorismo fundamentalista, em 11 de março de 2004.

Trata-se de uma moderna torre cilíndrica, em vidro e com 11 metros de altura. No seu interior estão publicados escritos de cidadãos comuns, a perpetuar memória do sentimento nacional.

Nesta semana, prosseguem, na Justiça espanhola, as audiências dos 29 acusados de participação nos ataques ao metrô espanhol.

No memorial de Madrid só faltou lembrar o iluminista francês Diderot. Diderot escreveu que “do fanatismo à barbárie basta um passo”.

E por falar em fanatismos, extremismos e desrespeitos à liberdade de imprensa, existem dois seqüestros de jornalistas estrangeiros em curso.

Ontem, na movimentada Faixa de Gaza, foi seqüestrado um jornalista britânico da BBC, Alan Jonnhston. Ele foi arrancado do seu automóvel por homens encapuzados. E só deu tempo para o jornalista jogar o seu cartão de visita, repassados às autoidades do Hamas e Fatat. Nos últimos anos, em Gaza, ocorreram vários seqüestros de correspondentes estrangeiros e operadores humanitários. O último seqüestrado foi um fotógrafo peruano, contratado da France Press.

No Afeganistão, já dura mais de uma semana o seqüestro,-- perpetrado pelos talebans--, do jornalista italiano Daniele Mastrogiacomo, do jornal La Repubblica.


Noticiou a agência France Press que o mulá Dadulah, --em troca da liberdade do jornalista--, exigirá a saída dos 2.005 soldados italianos do Afeganistão.

O seqüestro ocorreu em Helmand, onde está o quartel-general dos Telebans.

As negociações estão sendo conduzidas pelos 007 da espionagem militar italiana:SISMI.

Os talebans esperam o início da próxima primavera para tentar retomar Cabul e desmoralizar as tropas da Nato e dos EUA, que controlam parte do país.

Com um vitorioso projeto de reorganização que conta com as digitais de Bin Laden e da Al Qaeda, os talebans já controlam a região sul e recebem participação no tráfico de ópio.

Nesta semana, o desesperado presidente Karzai tentará aprovar no Parlamento afegão uma anistia voltada a reconquistar os “Senhores da Guerra”. Ou seja, reconquistar os chefes de etnias que controlam o tráfico de ópio. Eles passaram para o lado dos talebans quando Bush, Karzai e czar antidrogas da ONU (Antonio Costa) começaram a cogitar de por fim à extração do ópio.

Com a anistia de Karzai só não serão beneficiados os mulás Omar, - sogro de Bin Laden--, e Dadullah, ou seja, os chefes dos talebans e fautores da Al Qaeda. WFM/CBN, 13 de março de 2007.


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