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COMISSÃO PARLAMENTAR ANTIMÁFIA é composta por deputados com antecedentes criminais e condenações.

Por IBGF/WFM

IBGF, 20 novembro de 2006.

OLHO.

A associação Libera promoveu, de 17 a 19 de novembro, encontro para debate sobre a criminalidade organizada mafiosa e a situação de momento.

O organizador foi o presidente do Gruppo Abelle, o religioso Don Ciotti.

O encontro foi aberto pelo premier Romano Prodi, que anunciou a criação da Agência para gestão dos bens confiscados à máfia.
Cose di Cosa Nostra, testamento de Falcone escrito pela jornalista Marcelle Padovani.


Dominou a questão ética, pois acabam de ser eleitos para a Comissão Parlamentar Antimáfia deputados com antecedentes criminais e condenações penais.

MATÉRIA.

O senador e atual ministro Antonio di Pietro pertenceu à magistratura do Ministério de Milão.

Com Di Pietro começou a Operação Mãos Limpas, que cuidou de investigar a corrupção na política partidária italiana e o caixa 2 das campanhas, apesar do financiamento público aos partidos.

Di Pietro fundou o partido político chamado Italia dei Valori (Itália dos Valores)-IDV.

No encontro realizado em Roma sobre os "Stati Generali della´Antimáfia", houve manifestação do senador Nello Formisano, do IDV (Italia dei Valori).

O senador criticou duramente a presença de envolvidos em investigações criminais e condenados que foram eleitos para a Comissão Parlamentar Antimáfia.

Nello Formisano declarou: As escolhas de Paolo Cirino Pomicino (Democracia Cristã-DC) e Alfredo Vito (Forza Italia-FI) são inoportunas. Eles não difundem a cultura da legalidade".

Para se ter idéia, o refeido Paolo Cirino Pomicino está condenado por financiamento ilícito de partidos políticos.


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