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Das viagens de McCartney à lista de Bush

Por IBGF/Jornal do Terra

Mais uma vez, as drogas ilícitas agitaram a semana. Participaram dessa "agitação" figuras conhecidas. Por exemplo,o ex-beatle Paul McCartney, o presidente George W.Bush e o potente empresário peruano Fernando Zevallos Gonzáles.

McCartney concedeu uma entrevista à revista mensal britânica Uncut, que está chegando às bancas. Contou ter feito uso de drogas na juventude. Ressaltou que correu sério risco por ter fumado heroína, uma única vez e sem saber. Por sorte, não virou dependente químico de heroína. Ele recordou, também, a sua prisão no aeroporto de Tóquio, em 1980. Nesse aeroporto, foi surpreendido na posse de marijuana, comprada nos EUA e destinada ao seu próprio uso. O ex-beatle passou 5 dias incomunicável. Teve de dividir a cela com um assassino. Ainda, escutou do embaixador inglês que poderia pegar a pena de sete anos de trabalhos forçados. Lembrou McCartney que fumava maconha quando lançada a música "Got to get you in my life". Revelou haver consumido droga alucinógena (ácido lisérgico), ao tempo da composição de "Lucy in the sky with diamonds". A certa altura da entrevista recordou que, há poucos dias, tinha encontrado dois jovens fãs em Hollywood. Os jovens o convidaram para "dar um tapa", ou seja, fumar maconha. McCartney disse ter sorrido e agradecido.

Quanto ao presidente Bush, ele anunciou os novos nomes introduzidos na "Lista Negra das Drogas". Por uma lei de 1999, o governo americano e as empresas americanas estão proibidas de estabelecerem transações financeiras com as pessoas da Lista Negra. Da lista constou o nome de Fernando Zevallos Gonzáles, dono da maior empresa aérea peruana. A empresa chama-se Aéreo Continental e o lema é "Nascemos para Voar". Slogan, aliás, significativo se pensarmos em cocaína. Para se ter idéia, os aviões da Aéreo Continental não poderão mais aterrar nos EUA. A Boeing não mais poderá dar manutenção ou vender peças para a Aéreo Continental. Idem a Bells, que fabrica e assiste os proprietários de helicópteros. A Lista Negra de Bush foi integrada por seis mexicanos, dois jamaicanos, um indiano (Igbal Mirhi) e um afegão (Haji Bashir Noorzai). Nenhum brasileiro entrou na Lista Negra de Bush. Portanto, tudo calmo nos Bangus, nos Benficas e entre os Garotinhos. Para quem assistiu ao filme Traffic, vale lembrar que os irmãos Arellano Félix, que são os maiores narcotraficantes mexicanos, ingressaram na Lista de Bush



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