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NOVIDADE: Campanha inglesa sobre drogas ilícitas nas Festas de Final de Ano

Por IBGF/Jornal do Terra

Na Inglaterra, está na mídia uma campanha reservada ao Natal e de Ano Novo.

A campanha governamental alerta: - "No volante, as drogas ilícitas produzem os mesmos riscos do que o álcool". Pela primeira vez, uma campanha, para evitar acidentes de trânsito, foca no uso de cocaína, maconha, ecstasy , etc.

A campanha decorreu do constatado no ano passado. Em 2003, por ocasião do Natal e do fim de ano, 23 pessoas morreram no trânsito. E 5% dessas tinham consumido maconha, cocaína e drogas sintéticas proibidas.

Os ingleses puderam observar, ainda, que nos últimos 5 anos, os acidentes de trânsito aumentaram em 18%.

Outro dado preocupante foi apurado em entrevistas. Ou seja, na faixa etária entre 18 e 30 anos, as pessoas entrevistadas não consideravam correr risco de morte quando guiavam sob efeito de droga ilícita. Mais ainda, os consultados achavam que também não corriam perigo quando eram transportadas por motoristas que tinham usado maconha, cocaína e ecstasy.

Diante de todos esses dados, o Reino Unido resolveu inovar e colocou na mídia, para este Natal e fim de ano, uma campanha preventiva a abordar efeitos de drogas ilícitas. Como regra, as campanhas européias só abordavam os riscos da embriaguez pelo álcool.

No Brasil, não existe igual preocupação. Por aqui, nenhuma pesquisa foi realizada. Tão pouco campanhas sobre drogas ilícitas, tudo nesse período de festas de fim de ano. Só para lembrar, a maconha compromete os reflexos do motorista. Os rebites (anfetaminas-bolinhas), usados pelos caminhoneiros para espantar o sono e chegar mais rápido ao destino, têm causado vários acidentes. Isso porque, sem prévio aviso, as anfetaminas perdem o efeito e o motorista apaga de repente.

Vale lembrar, ainda, que o álcool potencializa muitas drogas sintéticas, com risco até de paradas cardíacas. Portanto, e com uma mistura dessas, o motorista pode acabar no céu. E até pode levar junto outras vítimas da sua imprudência.

Com efeito, como no Brasil, ao contrário do Reino Unido, nenhuma campanha foi veiculada pelo governo, fica o alerta: não guie sob efeito de drogas, proibidas ou ilícitas. E não aceite carona de motorista "embalado".


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