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CANIBALISMO, DROGA e SEXO

Por IBGF/Jornal do Terra

O turismo no Brasil ainda é muito caro. E as férias de verão no nordeste brasileiro ficaram proibitivas para o bolso dos nossos turistas.

Uma opção para o brasileiro gastar menos é a compra, numa agência de turismo, de um “pacote” para Cacún. Ou seja, para esse badalado balneário localizada no Golfo do México.

O balneário de Cancún ficou famoso pela cor do seu mar, a misturar tonalidades nas cores turquesa e anil, tudo emoldurado pelo superbranco das areias.

Além de mexicanos e sulamericanos, Cancún recebe muitos turistas dos EUA e do Canadá. Essa cidade-balneária tem uma estrutura hoteleira de primeira linha e a oferta e o consumo de drogas ilícitas são altíssimos.

Dentre as drogas mais encontradas estão a tradicional marijuana mexicana e a cocaína colombiana.

Quanto à cocaína, a oferta se dá graças ao antigo intercâmbio entre os cartelitos colombianos e os potentes cartéis mexicanos de Suarez e Tijuana.

Muitos usuários de drogas e dependentes químicos procuram Cancún.

Neste mês de dezembro de 2004 e há três dias (19.12.2004), --já com os hotéis lotados de turistas norte-americanos e canadenses que fogem do frio dos seus países--, desembarcou em Cancún o mexicano Gumano de Dios Arias.

Arias chegou acompanhado do amigo Raúl Gonzáles, apelidado “El Cuacho”, com o qual mantinha relacionamento homossexual. Ambos usavam todo o tipo de drogas.

Num passeio pela floresta de Cancún, Arias resolveu comer Raúl. E declarou, posteriormente: -“Comi perto de dois quilos e meio da sua carne. E queria comer até mais, pois a sua carne era saborosa e muito macia”.

Arias admitiu ter matado Raúl por uma questão relacionada à compra de droga ilícita. Frisou que havia dado dinheiro para Raúl adquirir drogas para consumo de ambos e durante o passeio à floresta.

Ainda segundo Arias, o companheiro Raúl não comprou a droga, gastou o dinheiro e não lhe deu satisfação.

Conforme suspeita a polícia mexicana, Arias tinha um frasco com inalante à base de éter e deu para Raúl cheirar. Inibriado, Raúl foi morto sem resistência. Aí, Arias, sem droga para consumir, partiu para o canibalismo.

No momento, o antropófago Árias encontra-se preso em Cancún. Está sozinho numa cela, pois nenhum preso quis dividir a cela com ele. No presídio, Arias recebeu o apelido de “Canibal do Caribe”.

Só para registrar, o caso Àrias não é comenta nas agências de turismo. E nem nos restaurantes e nas lanchonetes dos hotéis de Cancún, para não tirar o apetite dos clientes.


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