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Drogas Ilícitas

 

DROGA: Chavez não renova com a DEA. Motivo, um espião para vigiar a dupla Fidel e Chavez.

Por IBGF/WFM

IBGF, 22 agosto 2006.

Novo diretor da CIA só para ficar de olho na dupla Fidel-Chavez.

OLHO.

Em 7 de agosto de 2005, o presidente Chavez suspendeu a vigência do contrato de colaboração, na área do combate ao narcotráfico, entre o governo da Venezuela e a agência norte-americana (DEA).

Os agentes da DEA, segundo Chavez, estavam interessadas em questões políticas e espionavam o seu governo. Os agentes da DEA foram, então, expulsos do país e um novo acordo entabulado.

Agora, para a renovação do termo de cooperação, a Venezuela reluta em face da designização de um novo araponga para, na CIA, acompanhar politicamente Cuba e Venezuela.

MATÉRIA.

A Venezuela, mais uma vez, reluta quanto á presença da DEA, agência norte-maericana antidrogas, em seu território.

Os agentes da DEA já foram expulsos da venezuela, pois, segundo Chavez, espionavam o seu governo e não cumpriam sua tarefa de apoio na luta contra as drogas ilícitas.

Agora, o governo venezuelano reluta em renovar o acordo formal celebrado com a referida DEA. O motivo foi a designação, pela Casa Branca, de um novo diretor da CIA (serviço secreto de inteligência dos EUA) com a atribuição específica de acompanhar o quadro político em Cuba e na Venezuela. Isso, dada a enfermidade de Fidel Castro e a visita hospitalar feita a ele por Chavez, que foi o único presidente latino-americano recebido pelo convalescente Castro.

O ministro do Interior da Venezuela (responsável pela segurança interna do país), Jesse Chacon, declarou: -"Devemos novamente examinar se a presença de agentes da DEA serve, realmente, à luta contra o narcotráfico internacional ou tem finalidade política. Se for isso, evidentemente não poderemos admitir que os agentes se ocupem de temas políticos".

Destacou o ministro Chacon, que também acumula a pasta da Justiça, que " os aspectos técnicos para um novo e formal acordo já os temos prontos e dicustidos. Mas, existe um componente político que está acima de tudo. Sob o ângulo técnico já acertamos que todas as operações antidrogas na Venezuela serão controladas pelo nosso Escritório Nacional Antidrogas"
Com isso, ficou claro que nenhuma operação da DEA, caso seja formalizado o acordo, poderá ser realizada sem o conhecimento do escritório antidrogas da Venezuela.

A expulsão de agentes da DEA e a suspensão do acordo de cooperação na luta contra o narcotráfico ocorre em 7 de agosto de 2005 e a Casa Branca não pode reclamar pois a Venezuela, sem a DEA, realizou o maior número de apreensões de drogas da sua história e, também, o de desbaratamento de redes operadas por cartéis internacionais.


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