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MACONHA: prevenção aos incêndios

Por IBGF/WFM

Na Holanda, as próprias empresas que fornecem energia elétrica detectam o anormal consumo residencial e avisam as autoridades de polícia. As empresas ficam muito atentas, também, ao furto de energia, normalmente destinado a iluminar um cultivo no interior de casas.



A Cia Nuon de Eletricidade, a cada semana, detecta 20 novas residências com elevado consumo de energia em face de cultivo caseiro de maconha, com emprego de luzes especiais (são lâmpadas utilizadas na iluminação de avenidas). Pelos cálculos, em 100 mil residências holandesas a maconha é cultivada, com emprego de luz artificial, a provocar altíssimo consumo de energia. Na Holanda, em cada residência, podem ser cultivados até 5 pés de maconha, não se questionando se para uso terapêutico. Mais de 5 pés constitui crime.

No Canadá, uma lei estadual da Colúmbia Britânica (Britsh Columbia-BC), possibilita a qualquer cidadão participar a sua suspeita de cultivo caseiro de maconha, diretamente à empresa de fornecimento de energia elétrica. A empresa tem 48 horas para providenciar a constatação.

A lei decorreu dos inúmeros incêndios verificados,-- com risco de destruição de casas vizinhas---, pelo cultivo de maconha com lâmpadas especiais, que puxam muita energia elétrica. Em sistemas adaptados, ocorreram vários incêndios por problamas de super-aquecimento, explosão de lâmpadas, faiscas e incêndios.

Britsh Columbia, cuja capital é Victória, fica na costa canadenses do Pacífico e conta com cerca de 3,3 milhões de habitantes.


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