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DROGA: Cartéis atacam jornais mexicanos.

Por IBGF/WFM

Mais ataques. Além de jornalistas e donos de publicações assassinados pelos cartéis méxicano, as redações estão sendo invadidas e destruídas a bombas e tiros, tudo a provocar danos materiais e comprometer a circulação dos periódicos.

Nuevo Laredo, na fronteira com o Texas, é a cidade mexicana onde atua o Cartel do Golfo.


Nesta semana segunda semana de fevereiro de 2006, a redação do jornal El Mañana foi atacada por um grupo fortemente armado: granadas e fuzis AK-47.

Saiu gravemente ferido o jornalista Jaime Orozco Tey. O jornal fica na cidade de Nuevo Laredo, na fronteira com os EUA (Texas) e onde atua o Cartel do Golfo: el manana.com.mx

O jornalista Jaime Orozco Tey foi atingido por cinco disparos. Corre risco de perder a vida ou de ficar paraplégico. Os diretores de 50 jornais mexicanos assinaram um documento (9 de fevereiro de 2006) onde condenam a escalada de violência do narcotráfico para intimidar e impedir o livre exercício do jornalismo no México.

O ataque foi uma represália ao fato de o jornal "El Mañana" ter organizado (26 janeiro de 2006) um congresso para jornalistas que trabalham com temas de risco, como criminalidade organizada e narcotráfico. A chefe de redação do jornal El Mañana, -Ninfa Deandar--, em coletiva à imprensa, desabafou:-" Estamos em pé de guerra. A coisa mais importante é a incolumidade das pessoas que trabalham para nós. Não haverá censura imposta pelo crime organizado. Manteremos a nossa liberdade".

O MInistério Público anunciou a criação de uma força-especial que se dedicará aos crimes contra jornalistas e veículos de mídia. Só de janeiro a fevereiro de 2006, foram 25 as vítimas dos cartéis, na região de fronteira.


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