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Drogas Ilícitas

 

DROGAS: Raínha da Espanha e Mídia subscrevem documento sobre o fenômeno das drogas ilícitas.

Por IBGF/WFM

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Espanha: os veículos de mídia e a raínha Sofia subscreveram um documento de empenho para difusão de informações críticas que favoreça a articulação e de uma dinâmica social capaz de afrontar os riscos derivados do consumo de drogas, em especial entre os jovens.

Espanha: raínha Sofia une-se à mass-mídia em projeto da Fundacion de Ayuda contra la Droagiccion


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A raínha Sofia foi a primeira a subscrever o documento de empenho para, junto com os veículos de mídia, trabalhar na divulgação de informações críticas a favorecer a articulação de uma dinâmica social capaz de afrontar os riscos derivados do consumo de drogas, especialmente entre jovens. Na Espanha, cresceu o consumo de drogas entre a população jovem, daí a preocupação especial.

As grandes empresas de comunicação do país e 11 grupos de mídia assinaram o documento.

O conteúdo do documento foi sugerido, e acabou aceito, pela Fundacion de Ayuda contra la Drogadiccion (FAD). Na cerimônia de assinaturas, o texto foi lido pelo jornalista Lorenzo Mila. Isso ocorreu na sede da Associação de Imprensa, em Madrid.

Do supracitado documento consta, em resumo, que os subscritores entendem justo e necessário dedicarem uma especial atenção às informações a respeito do concumo de drogas ilícitas e proibidas.

Ignacio Calderon, presidente da FAD, chamou a atenção para as pesquisas estarem a indicar, nos últimos 10 anos, que o consumo de maconha dobrou entre os jovens de 14 a 18 anos de idade. Frisou, também, que 1 jovem entre 4 já fez uso de cocaína uma vez na vida.

Os veículos de comunicação que firmaram o documento são os seguintes:
Asociacion de Editores de Diarios Espanoles; Asociacion de Revistas de Informacion; Asociacion Espanola de Radiodifusion Comercial; Federacion de Asociaciones de la Prensa de Espana; Union de Televisiones Comerciales Asociadas; Federacion de Organismos de Radio y Television Autonomicos; RTVE e le agenzie Efe, Europa Press e Servimedia.

Na solenidade, o presidente da comissão de mídia da FAD, Alejandro Echevarria, citou um exemplo: devemos evitar a associação entre mortes e drogas. Não falar de pessoas de modo a identicá-las como consumidoras de drogas proibidas. Também não identificar drogas com juventude ou sucesso com consumo.


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