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Drogas Ilícitas

 

DROGA envenenada: pensou-se em terrorismo. Depois, constatou-se que o crime organizado misturara atropina à cocaína.

Por IBGF/WFM

OLHO Alarme europeu pare de Berna, na Suíça. Traficantes colocam no mercado cocaína com atropina, sem aviso ao usuário comprador. Vários foram os internados em hospitais em Berna e Biel. A cocaína é colombiana. Entra pela Espanha e chega na Suíça, França, Itália e Eslovênia.

Cocaína com atropina.


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As autoridades sanitárias da Suíça dispararam o alarme para os seus vizinhos europeus. A cocaína que está sendo vendida está misturada à atropina.

No começo, em razão dos sintomas dos internados, pensou-se que se tratava de cocaína envenenada, com objetivo de uma tragédia provocada por terroristas.

Em uma amostra foi encontrado resíduo de fenacitina, que é um inibidor de dor retirado, há anos, do mercado. Numa outra amostra encontrou-se belladonna. Em quantidade grande de amostras apreendidas nas cidades de Berna e Biel, a mistura era com atropina.

As amostras e peplotes apreendidos no mercado das drogas foram levados à análise e o Departamento de saúde cantonal confirmou a mistura perigosa com atropina. Os usuários de cocaína internados apresentavam insuportáveis caibras, baixa da pressão arterial, colapso respiratório e alguns entraram em coma.

Nos pacientes internados foram verificados, ainda, estado confusional, pupilas dilatadas, sensação de cabeça pesada e em giro.

A antropina é um anticolinérgico. Atua na redução dos espasmos, ou seja, de contrações violentas e dolorosas. Provoca sonolência e por isso os que ingerem a antropina não devem guiar veículos, sob risco de provocar acidentes. Como efeito colateral, além da sonolência, causa taquicardia, secura na boca, etc.


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