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Drogas Ilícitas

 

MACONHA no tratamento da anorexia e obesidade.

Por IBGF/WFM



Os ingleses já levantaram o movimentado pela economia paralela da maconha. Por exemplo, o faturamento do papel gomado, cortado e embalado em caixas, que é vendido em banca de jornais e serve para enrolar a erva canábica.

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A respeito do papel gomado, as empresas inglesas continuam a sustentar que são procurados pelos usuários de tabaco picado, na elaboração de cigarros.

Essa alegação das indústrias do papel gomado não é verdadeira. A venda do tabaco-picado está em queda-livre em todo o Reino Unido. Ao contrário, a comercialização do papel gomado cresce e os lucros aumentam a cada dia que passa.

Nessa mencionada economia paralela da maconha, além das indústrias do papel gomado, faturam as pizzarias e as lanchonetes que oferecem serviços de entrega. É que os ingleses preferem fumar maconha em casa, numa roda de amigos ou na companhia de namorada ou do namorado.

Como a maconha abre o apetite, as pizzarias, lanchonetes e cadeias de fast-food faturam alto.

O fato de a maconha abrir o apetite dos fumadores intrigou o cientista Paul Mallet, da Universidade norte-americana de New England.

Passou Mallet a pesquisar a desconhecida região do cérebro que, --estimulada pelo princípio ativo da maconha (THC- tetra-hidro-cannabinol)--, desperta o apetite no fumador.

Mallet formou um grupo de cientistas da sua universidade norte-americana e da australiana de Nova Gales (University Armidale).

Depois de meses de pesquisas, o grupo de Mallet localizou a região do cérebro responsável pelo apetite das pessoas. Os testes foram realizados com ratos (rato-quino), sob efeitos da maconha.

Com isso, Mallet, como revelou, abriu as portas para os futuros tratamentos da anorexia e, também, para os voltados à redução da obesidade.

A respeito, a indústria farmacêutica já começou a trabalhar na elaboração de medicamento para anorexia, à base do “thc” sintetizado.

Enquanto os remédios não são colocados nas farmácias, a questão do uso terapêutico da erva natural da maconha, continua a agitar, nos EUA, os proibicionistas.

Dentre os de linha proibicionista, -- contrário ao uso terapêutico-- está Bush e os demais fundamentalistas da Casa Branca, como o czar antidrogas John Walters.

A propósito, Bush já foi a Suprema Corte para a cassação de leis estaduais que admitem o uso terapêutico da maconha.


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