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Drogas Ilícitas

 

FUTEBOL & COCAÍNA.

Por IBGF/WFM

O uso de substâncias que melhoram a perfomance esportiva data do início dos jogos olímpicos na Grécia. Os competidores preparavam beberagens com ervas e fungos. Por meio de produtos naturais objetivavam reduzir a fadiga e conseguir bons resultados.

cocaína no futebol italiano


Após a Olímpíada de 1964 começou-se a pensar nos teste antidopping. O problema era o uso de anabolizantes e esteróides para aumento de passa e explosão muscular. O controle do dopping ficou estabelecido a partir de 1966 e para valer dos jogos pós 64.

Nos últimos anos aumentou o emprego do EPO, como dopping. O EPO é um hormônio glicoproteico. Aumenta o número de glóbulos vermelhos e melhora o transporte do oxigênio pelo aparelho circulatório. Aumenta a oxigenação dos músculos e, por conseqüência, a performance física.

Muitos atletas morreram pelo uso do EPO. Os problemas mais comuns são os seguintes: trombose, coagulação do sangue, hipertensão arterial e danificação renal. Neste final de semana (23 de outobro de 2005) houve uma denúncia de uso de cocaína, no futebol italiano. A vantagem, segundo o denunciante, é que, depois de 3 dias do uso, a tradicional forma de exame realizado no Campeonato Italiano, não detecta o uso da cocaína. Teria que ser feito teste em fios de cabelo, para se poder chegar a uma melhor verificação.

A denúncia partiu do ex-goleiro Lamberto Boranga, que jogava no Cesena e hoje trabalha como sanitarista esportivo na cidade de Perugia. A denúncia, sem nomes, foi dada ao cotidiano esportivo Avvenire, de grande tiragem e circulação.

Confira um trecho da entrevista de Boranga: "No final dos anos 70 até 1985 os futebolistas italianos faziam uso de estimulantes, cortisona e anfetaminas. Depois de 1985 e durante 1990 veio a rea dos anabolizantes. Então, o duplo controle antidoping (sangue e urina) fez desaparecer o emprego de anabolizantes, pois se pegava na testagem.
Entrou-se, então, no tempo do EPO, que é devastante para a saúde. Agora, o problema mais grave é a cocaína".

Propõe Boranga a testagem em fios de capelo, nos futebolistas italianos. O uso de cocaína pelos futebolistas visa reduzir a fadiga, melhorar a percepção e atenção na partida. Esses três objetivos têm levados os futebolistas italisnos, segundo Boranga, a usarem cocaína, sempre três dias antes das partidas, até para burlar o antidoping.


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