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DROGAS: Casa Branca reage à expulsão da DEA

Por IBGF/WFM

OLHO. Governo Bush reage em resposta fornecida pelo Departamento de Estado. Para a Casa Branca é falsa a acusação de Chavez de a DEA (agência norte-americana antidrogas) espionar o governo Hugo Chavez. Da resposta consta uma ameaça velada de a Venezuela ser colocada na "Lista Bush", ou seja, na relação encaminhada ao Congresso sobre países que não colaboram na luta planetária contra as drogas. A "Lista Negra" sairá em setembro (09/2005).

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Casa Branca acusa Chavez.


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A Casa Branca reagiu à expulsão da DEA, determinada pelo presidente venezuelano Hugo Chavez. Negou estivesse a agência norte-americana antidrogas (DEA) promovendo espionagens do governo CHavez.

Coube ao Departamento de Estado elaborar a resposta. O porta-voz destacado afirmou que a atuação da DEA estava sendo prejudicada pela falta de confiança do governo venezuelano.

O porta-voz Adam Ereli classificou a cooperação do governo Chavez de deplorável. Exemplificou com a falta de medidas para o combate à lavagem de dinheiro, forma utilizada pelo narcotráfico para corromper autoridades venezuelanas.

Adam frisou, ainda, que a DEA não era informada sobre vôos e movimentações suspeitas nos aeroportos e portos.

Destacou, também, que a "falta de cooperação entre os governos serve apenas para beneficiar os narcotraficantes". Como no mês de setembro o presidente dos EUA tem de enviar ao Congresso a chamada "Lista Negra" (relação de países que não colaboram no combate ao narcotráfico), é praticamente certo a Venezuela dela constar, ao lado de Myanmar (ex-Birmânia), considerada um narco-estado.

O nome do país na "Lista Negra" implica, por força de lei, na imediata suspensão de ajuda ecômica e na impossibilidade de abertura futura de linha de crédito, por instituições norte-americanas públicas e privadas.

Para quem conhece a DEA e Chavez, não se pode dizer com quem está a razão. A DEA sempre confundiu cooperação com cooptação. No Brasil, chegou até a depositar dinheiro em contas bancárias de delegados federais, sem autorização e conhecimento do nosso governo.


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