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Drogas Ilícitas

 

EUA:MILITARES ACUSADOS DE TRÁFICO DE DROGAS,

Por IBGF/WFM

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1)Tráfico: 9 maio de 2005.

Por cinquenta (50) países estão espalhados, em diversas missões militares, mais de quatrocentos (400) mil militares norte-americanos.

E os EUA não aceitam submeter esses seus militares ao Tribunal Penal Internacional, no caso de violações a direitos humanos, genocídios, crimes de guerra e de agressão internacional.

Com relação ao tráfico de drogas, os serviços de inteligência deixam o militar chegar nos EUA, ou seja, são presos e processados criminalmente segundo as leis norte-americanas

Nesta semana (9 de maio de 2005), acabou vazando à imprensa norte-americana a prisão de dois militares, no aeroporto militar de Nova Yorque.

Os referidos militares estavam numa missão na Geórgia. NO retorno, trouxeram na bagagem 290 pastilhas de ecstasy, para comercialização ilegal

Existem mais de 400 mil militares norte-americanos atuando em 50 países.

Desses, 50 estão presos e acusados nos EUA por tráfico internacional de drogas ilícitas. Com relação ao Plano Colômbia, em 4 anos, foram presos 7 militares.

Para as autoridades norte-americanos, o número de 50 militares envolvidos é pequeno, em face da dos 400 mil em atividade fora do país.

2) RETROSPECTIVA: abril de 2005. EUA: OS MILITARES AMERICANOS ACUSADOS DE NARCOTRÁFICO NÃO SERÃO EXTRADITADOS PARA A COLÔMBIA.

1)RESUMO DOS FATOS.

Cinco militares norte-americanos foram presos transportando, em avião militar dos EUA, 16 kg. de cocaína, com 100% de pureza.

Referidos militares estavam na Colômbia há mais de dois, por conta do chamado Plan Colômbia. Eles trabalhavam em ações antidrogas. Davam treinamento ao exército colombiano. Ensinavam formas de combate à guerrilha das FARC e ELN e eram especialistas em luta e sobrevivência em selvas.

A polícia colombiana desconfiou de que os 5 militares norte-americanos estavam traficando. Com os colegas norte-americanos realizaram monitoramentos.

Nesta semana, os policiais acompanharam o embarque (departamento de Meta e base militar de Apiay) dos 5 militares para os EUA e tudo foi preparado para que fossem presos ao desembarcar em solo norte-americano (segundo o presidente Uribe, o desembarque foi no Texas). Era mais um caso especial de operação encoberta, com flagrante esperado nos EUA.

Semelhante operação encoberta ocorreu, em 1999, com a senhora James Hiet. Ela era esposa de oficial norte-americano destacado em Bogotá. Sua especialidade era usar malotes diplomáticos para despachar cocaína de Bogotá para Nova Yorque. Acabou presa ao desembarcar nos EUA e, no aeroporto, apanhar o malote diplomático. Encontra-se condenada e presa.

NOVIDADES E IMUNIDADES.

A operação que era mantida em segredo acabou vazando e, na Colômbia, o jornal El Tiempo e a Rádio Caracol divulgaram o sucedido. COnsulte abaixo a matéria de hoje do jornal El Tiempo.

Não demorou a notícia ser repassada ao presidente colombiano Alvaro Uribe, que estava na China.

Enquanto isso, o senado colombiano começou a pressionar por igualdade de tratamentos, ou seja, a famosa "par condictio". Ou seja, a Colômbia, por força de regra constitucional modificada e por acordo bilateral mantido com os EUA, admite a extradição de nacionais traficantes internacionais de drogas ilícitas para os EUA.

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Só para recordar, os irmãos OREJUELA, fundadores e gestores do desmantelado Cartel de Cáli, foram, no final de 2204 e no início de 2005, extraditados para os EUA, onde serão julgados (salvo se acertarem um acordo de colaboração com a Justiça-plea bargaing- como já se comenta).

Em sessão plenária, o senador colombiano Jairo Clopatofsky pediu ao executivo a expedição de imediato pedido de extradição dos 5 militares norte-americanos.

Hoje, o embaixador norte-americano em Bogotá, Willian Wood, afirmou que os militares não serão extraditados, pois estavam em missão na Colômbia e, nessa condição e como os diplomatas, gozam de imunidade.

Fora os arapongas encobertos da CIA, os EUA mantém na Colômbia, a título de cooperação na execução do Plan Colombia, 800 militares e 600 civis.

INFORMAÇÕES. Confira, no site matéria que aborda casos da Colômbia, da Argentina e do Brasil.


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