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Drogas Ilícitas

 

EUA: MILITARES NORTE-AMERICANOS MUDAM DE LADO. EUA AVISA QUE OS MILITARES ACUSADOS DE NARCOTRÁFICO NÃO SERÃO EXTRADITADOS.

Por IBGF/WFM

Tudo estava debaixo do mais rigoroso sigilo. Só depois da prisão e remoção dos militares para os EUA é que os fatos vieram a furo. Ou seja, 5 militares norte-americano foram retirados da Colômbia e encarcerados em base militar, acusados de tráfico de cocaína colombiana para os EUA.

Militares norte-americanos deixam o Plan Colombia e começam a traficar cocaína para os EUA. Eles treinavam o exército colombiano. O transporte da cocaína era realizado em aviões militares dos EUA. No Brasil, aviões da nossa Força Aérea já foram usados para o tráfico de cocaína à Espanha.


Os 5 militares foram presos quando tentavam enviar 16 kg de cocaína pura para os EUA, utilizando avião militar do governo norte-americano.

Referidos militares estavam na Colômbia há mais de dois anos e treinavam soldados do exército colombiano. Eram monitores especializados em guerrilha e luta na selva.

A droga era encaminhada a Miami e Nova York, sempre transportadas por aviões militares dos EUA. Várias remessas foram efetuadas, a ponto de gerar suspeitas. No último envio, a droga foi embarcada em aeronave e apreendida. O preço de venda variava. No mercado de Miami, o preço médio, por quilo, é de US$19 mil. Em Nova Yorque chega a custar quase o dobro de Miami.

No Brasil, em 1999, militares da aeronática foram acusados de utilizar aviões da Força Aérea para remessa de cocaína à Espanha. Um dos militares foi condenado e encontra-se preso.

Quase no final de 2004, a esposa do militar foi presa sob acusação de continuar a operar a mesma rede de tráfico. O filho do militar brasileieiro também é suspeito.

Veja no nosso site (seção drogas ilícitas) ou na retrospectiva abaixo o envolvimento da Força Aérea Argentina, que mandava cocaína em maletotes diplomáticos para a embaixada desse país na Espanha.

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Casa Rosada: sede do governo argentino.


RETROSPECTIVA:

A cocaína apreendida saía da Argentina em vôo da companhia aérea SOUTHERN WINDS, que está sob investigação. O destino era a Espanha (Madrid). --Cocaína: escândalo encoberto pelo comandante da Força Aérea--

O vôo não transportava nenhum passageiro. E a cocaína estava em 4 malas (60 kg de cocaína), todas etiquetadas com o endereço da Embaixada da Argentina na Espanha.

Em face do ocorrido, o presidente Nestor Kirchner demitiu o general comandante da pasta da Aeronáutica Militar (Força Aérea), CARLOS ROHDE. Na Argentina, é a Força Aérea que controla a aviasão civil. E o general ROHDE procurou encobrir o sucedido, que só veio a furo por reclamação do governo espanhol.

Foi afastado, também, o general HORÁCIO GIAIGISCHIA, do grupo de comando das Força Aérea.

Suspeita-se que a polícia da Espanha vinha seguindo a pista há alguns meses, ou seja, existia uma rede de tráfico em operação e que pode ter realizado inúmeras outras remessas de drogas.

TEXTO DO JORNAL ARGENTINO- CLARÍN, de 19 de fevereiro de 2005:

CASO SOUTHERN WINDS.

El Gobierno confirmó que estudia pasar el control de los aeropuertos a Interior.

Lo aseguró el jefe de Gabinete. También explicó que el presidente Kirchner tomó la decisión de descabezar la cúpula de Fuerza Aérea porque no se había informado al Gobierno de la existencia de una causa sobre tráfico de drogas.

Como ya había anticipado Clarín, el jefe de Gabinete, Alberto Fernández, confirmó esta mañana que el Gobierno analiza la posibilidad de transferir el control de los aeropuertos a la órbita del ministerio del Interior. (Edición Impresa).

En declaraciones a Radio Del Plata, el funcionario reconoció que ya se habló con el titular de la cartera política, Aníbal Fernández, sobre un posible cambio, aunque "todavía es prematuro" realizar alguna precisión sobre el tema.

Estos cambios se darían en el marco del escándalo desatado por el tráfico de 60 kilos de cocaína a España desde el aeropuerto de Ezeiza en un vuelo de la empresa Southern Winds, controlado por la Policía Aeronáutica. El hecho fue descubierto el 17 de septiembre del año pasado en Madrid, pero fue dado a conocer públicamente en los últimos días.

Desde que se conoció el caso, la respuesta del Gobierno no tardó en llegar. Ayer, hubo una fuerte purga en la cúpula de la Fuerza Aérea. El presidente Néstor Kirchner decidió remover de sus cargos a Carlos Rohde, comandante de la Fuerza Aérea, y en su lugar se designó a Eduardo Schiaffino. También dejaron sus cargos otros nueves altos oficiales. (Edición Impresa).

Sobre el tema, Fernández, aseguró la "causa central" de la remoción de la cúpula de la Fuerza Aérea Argentina fue la omisión en que incurrió al no informar al Gobierno sobre la existencia, desde hacía casi cinco meses, de la causa de tráfico de drogas.

No hay “espacio para el encubrimiento”.

Sobre el escándalo por el tráfico de drogas, Fernández aseguró que el caso “es un hecho grave” y que en la Argentina “no hay espacio para encubrimiento ni para tapar cosas tan graves como ésta”.

El jefe de Gabinete también aseguró, en declaraciones a Radio del Plata, que desde el Gobierno esperan que “la Justicia pueda investigar y encontrar los responsables para sancionarlos”.

El caso, que ayer derivó con el retiro de la cúpula de la Fuerza Aérea, fue calificado por Fernández de "hecho doloso, absolutamente oculto y realizado a espaldas del conocimiento de la ley y del Estado. ".

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EUA: OS MILITARES AMERICANOS ACUSADOS DE NARCOTRÁFICO NÃO SERÃO EXTRADITADOS PARA A COLÔMBIA.

1)RESUMO DOS FATOS.

Cinco militares norte-americanos foram presos transportando, em avião militar dos EUA, 16 kg. de cocaína, com 100% de pureza.

Referidos militares estavam na Colômbia há mais de dois, por conta do chamado Plan Colômbia. Eles trabalhavam em ações antidrogas. Davam treinamento ao exército colombiano. Ensinavam formas de combate à guerrilha das FARC e ELN e eram especialistas em luta e sobrevivência em selvas.

A polícia colombiana desconfiou de que os 5 militares norte-americanos estavam traficando. Com os colegas norte-americanos realizaram monitoramentos.

Nesta semana, os policiais acompanharam o embarque (departamento de Meta e base militar de Apiay) dos 5 militares para os EUA e tudo foi preparado para que fossem presos ao desembarcar em solo norte-americano (segundo o presidente Uribe, o desembarque foi no Texas). Era mais um caso especial de operação encoberta, com flagrante esperado nos EUA

Semelhante operação encoberta ocorreu, em 1999, com a senhora James Hiet. Ela era esposa de oficial norte-americano destacado em Bogotá. Sua especialidade era usar malotes diplomáticos para despachar cocaína de Bogotá para Nova Yorque. Acabou presa ao desembarcar nos EUA e, no aeroporto, apanhar o malote diplomático. Encontra-se condenada e presa.

2)NOVIDADES E IMUNIDADES.

A operação que era mantida em segredo acabou vazando e, na Colômbia, o jornal El Tiempo e a Rádio Caracol divulgaram o sucedido. COnsulte abaixo a matéria de hoje do jornal El Tiempo.

Não demorou a notícia ser repassada ao presidente colombiano Alvaro Uribe, que está na China.

Enquanto isso, o senado colombiano começou a pressionar por igualdade de tratamentos, ou seja, a famosa "par condictio". Ou seja, a Colômbia, por força de regra constitucional modificada e por acordo bilateral mantido com os EUA, admite a extradição de nacionais traficantes internacionais de drogas ilícitas para os EUA.

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Só para recordar, os irmãos OREJUELA, fundadores e gestores do desmantelado Cartel de Cáli, foram, no final de 2204 e no início de 2005, extraditados para os EUA, onde serão julgados (salvo se acertarem um acordo de colaboração com a Justiça-plea bargaing- como já se comenta).

Em sessão plenária, o senador colombiano Jairo Clopatofsky pediu ao executivo a expedição de imediato pedido de extradição dos 5 militares norte-americanos.

Hoje, o embaixador norte-americano em Bogotá, Willian Wood, afirmou que os militares não serão extraditados, pois estavam em missão na Colômbia e, nessa condição e como os diplomatas, gozam de imunidade.

Até o momento, o governo norte-americano investiu US$3,0 bilhões no Plan Colombia, celebrado em 1999 e iniciado em 2000.

Fora os arapongas encobertos da CIA, os EUA mantém na Colômbia, a título de cooperação na execução do Plan Colombia, 800 militares e 600 civis.

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Os norte-americanos terceirizavam algumas ações. Por exemplo, o derrame de herbicidas (glifosato produzido pala multinacional Mansanto) é feito por aviões da Dyn CVorp, uma empresa norte-americana de segurança privada.

4) INFORMAÇÕES.

Confira, na seção AGORA, matéria que aborda casos da Colômbia, da Argentina e do Brasil.

Isso sobre envolvimento de autoridades no tráfico de drogas, com emprego de aviões militares dos seus governos e malotes diplomáticos,-- lotados de cocaína--, entregues nas embaixadas.

5) CONFIRA A MATÉRIA DO JORNAL EL TIEMPO.

Colombia, jueves 7 de abril de 2005.

eltiempo.com / justicia

Embajador Luis Alberto Moreno explica en 'La W' la situación de los militares capturados de E.U. con cocaína Embajador Luis Alberto Moreno explica en 'La W' por qué los militares de E.U no pueden ser juzgados en Colombia Comandante de la Fuerza Aérea Édgar Lesmes relata en 'La W' cómo fue la captura de los militares involucrados con narotráfico.

El senador Jairo Clopatofsky dialogó con el embajador en Colombia, William Wood, y manifestó que el diplomático está dispuesto a discutir el asunto.

"Hay que cambiar ese acuerdo. Los dos gobiernos se deben sentar y transformarlo, porque es completamente injusto que estemos mandando colombianos (extraditados) y que nosotros no podamos pedir a nadie", dijo el senador del comité de relaciones exteriores, seguridad y defensa.

"Confío en que en los próximos días nos sentemos con el embajador, quien se ha ofrecido como intermediario y partícipe de los cambios de esta normativa", indicó.

Su colega Antonio Navarro también consideró que el convenio se debe revisar porque "es como la ley del embudo" (desequilibrado). "No puede ser que los funcionarios colombianos sí puedan ser extraditados y los norteamericanos no", afirmó el legislador de izquierda.

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Coincidiendo en las críticas, el senador Jimmy Chamorro -de la comisión de relaciones internacionales- lamentó que en Colombia "un soldado americano pueda perpetrar homicidios y no ser capturado, en detrimento de una desgastada soberanía".

El tema de la inmunidad de los estadounidenses se revivió hace dos años cuando en E.U. se aprobó una ley que congelaba la asistencia económica a un país que no firmara un acuerdo específico que diera inmunidad a los estadounidenses de la jurisdicción de la Corte Penal Internacional.

Tras varios meses de tira y afloje, el gobierno del presidente Álvaro Uribe emitió una nota diplomática en la que reiteraba el compromiso de conceder la inmunidad a todos aquellos estadounidenses en el país que estén en el servicio diplomático o en trabajos relacionados con el Plan Colombia. El acuerdo, no obstante, no cobija a civiles o turistas que no tengan relación de trabajo con el gobierno de ese país.

La posición de Uribe.

El presidente Alvaro Uribe admitió este jueves que, legalmente, Colombia no puede pedir en extradición a los cuatro soldados estadounidenses detenidos el 29 de marzo por traficar cocaína desde una base colombiana, aunque dijo que Bogotá estudia la posibilidad de juzgarlos.

"Por ser personal que está en misión, Colombia no puede pedir que se le extradite", declaró Uribe desde China, donde cumple una visita oficial.

Sin embargo, añadió, "lo que conozco es que los memorandos de Colombia se refieren a no enviarlos a terceros países. Tengo que estudiar bien lo que se derive de esos memorandos en cuanto a lo que llegare a ser la solicitud de Colombia, para que sean juzgados en nuestro país".

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El caso.

Cinco soldados estadounidenses asignados a labores antidrogas en el sur de Colombia fueron detenidos en Estados Unidos bajo cargos de traficar 16 kilos de cocaína en un avión militar norteamericano.

Uno de ellos fue liberado tras comprobarse su inocencia, informó Wood, al señalar el miércoles que los demás no pueden ser extraditados, según un convenio firmado en 1962 y ratificado en 1974 y el 2000, con motivo de la suscripción del Plan Colombia de lucha contra el narcotráfico y los grupos ilegales.

La prensa local señaló que tres de los uniformados fueron capturados en Colombia, pero Uribe reiteró que los arrestos se produjeron en Texas.

La Procuraduría Delegada para la Policía y la Justicia Penal Militar verificará si el hallazgo de la cocaína se hizo en Colombia o en el exterior. Fuentes le revelaron a EL TIEMPO que tres de los estadounidenses fueron detenidos en territorio nacional.

"Estamos haciendo la indagación para determinar dónde fue. Si fue en territorio colombiano existía la obligación por parte de las autoridades militares que tuvieron conocimiento de esto de haber hecho a la retención de esas personas y entregárselas a las autoridades colombianas", dijo el procurador Edgardo Maya.

Los contratistas

Como parte del Plan Colombia, Bogotá ha recibido unos 3.000 millones de dólares desde el año 2000 en ayuda militar, que incluye unos 800 uniformados y 600 contratistas civiles estadounidenses que participan en labores logísticas y de entrenamiento de tropas.

Clopatofsky sostuvo que el caso de los militares está ligado a una red de narcotráfico -supuestamente liderada por un contratista de Estados Unidos-, que opera en ambos países desde 2003.

"Se está cerca de desbaratar una red muy importante", dijo, y agregó que "hay más involucrados".

El analista internacional Vicente Torrijos estimó que "el problema no es el pacto de inmunidad, sino determinar si el tráfico es sistemático y si detrás hay una red mafiosa".

"Esto es tan grave como si en la guerra de Vietnam se hubiera descubierto que oficiales norteamericanos estaban contrabandeando armas para los guerrilleros marxistas-leninistas", expresó.

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El convenio, según recordó la Embajada estadounidense, está en rigor desde 1974. Este acuerdo establece que personal militar o diplomático de ese país que participen de programas de cooperación en territorio colombiano gozan de una inmunidad jurídica.

Los cuatro militares estadounidenses fueron capturados por transportar 16 kilos de cocaína desde la base aérea de Apiay (Meta).

La explicación del embajador

El embajador también señaló que es lamentable, pero que no es la primera vez que han tenido que enfrentar este tipo de situación. "Quiero enfatizar que no toleraremos la corrupción y que estamos abordando el asunto de manera pronta y seria", añadió.

Según Wood, la investigación está evolucionando tanto en Colombia como en Estados Unidos. "Como prueba de su evolución, uno de los soldados ya fue puesto en libertad porque estamos convencidos de que no tuvo nada que ver con el crimen. Nos hemos comprometido a aplicar todo el rigor de la ley a quien haya estado involucrado", indicó.

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