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Drogas Ilícitas

 

I-Giro e Resumo SEMANAL (março-6 a 13).a) cultivo na Holanda aumenta consumo de energia elétrica. E com 6 pés de maconha o lucro do produtor caseiro (traficante) é de 700 euros mensais; b)França e o ópio do Afeganistão; c) mulheres igualam homens.

Por IBGF/Jornal do Terra





Nesta semana, estudos, levantamentos e discussões, mostraram, excluído o governo do Brasil, como o fenômeno representado pelas drogas ilícitas e de abuso preocupam a sociedade moderna.

1.) Na Holanda, por exemplo, seis pés de maconha cultivados em um quarto de residência, pode gerar lucro de 700 euros mensais para o produtor.

cultivo de maconha
E estamos a falar de lucro líquido, ou seja, abatidos os custos de energia elétrica, com lâmpadas especiais e demais equipamentos comprados, livremente, nas 325 lojas especializadas, que funcionam na Holanda. E atendem pelo correio e internet.

Pela lei, cada pessoa pode cultivar até cinco pés de maconha. Mais do que isso cai na ilegalidade e no Código Criminal. Quem não planta em casa, pode fumar a erva nos 800 cafés espalhados por toda a Holanda.

A maior empresa de energia elétrica da Holanda, Cia Nuon de Eletricidade, levanta o consumo nas casas. Segundo a Nuon, a cada semana são descobertos 20 cultivos residenciais de maconha.

Vale dizer, aumenta o consumo de energia, pois as luzes especiais ficam ligadas ininterruptamente. Um levantamento com base no consumo de energia demonstrou que 100 mil holandeses cultivam maconha em casa.

As novas técnicas de cultivo, apresentadas na 9ª Feira Internacional da Maconha de Utrecht (veja comentário no nosso site sobre as feiras da Holanda, Espanha e Suíça), revelaram que o uso de lâmpadas com fibras óticas faz cair a conta de consumo de energia.

2.) Por outro lado e examinados os presídios dos países vizinhos da Holanda, como Alemanha, Bélgica e França, nota-se que 80% dos encarcerados, naturais da Holanda, estão condenados por tráfico de maconha, ecstasy e cocaína.

3.)Deixada a Holanda e ingressando na Inglaterra, a grande discussão diz respeito ao primeiro aniversário da lei que rebaixou a maconha para a faixa "C".

Ao ingressar na tabela "C", por iniciativa da Associação das Polícias Britânicas, a maconha saiu da preocupação dos policiais de rua.

Se quiserem, eles podem apreender o cigarro de maconha encontrado e lavrar uma multa ao possuidor dessa droga, para uso próprio. Atualmente, passam batido, apesar do odor percebido.

Lâmpadas:iguais as de iluminação de ruas.


Os políticos, psiquiatras e psicólogos ingleses. -la linha conservadora--. querem a volta da maconha à faixa de droga pesada.

Em outras palavras querem a volta dá prisão em flagrante e cadeia ao usuário. Entendem que a colocação da maconha na faixa "C" levou a uma incorreta leitura pelos jovens, que pensam não ser prejudicial fumar maconha.

Em síntese, o primeiro ano de mudanças começou a agitar os ingleses. Uma guerra entre conservadores e progressistas, num país que ainda tem rainha.

4.)O Observatório Europeu sobre as Drogas, que é órgão da União Européia, apresentou um relatório surpreendente. As mulheres estão se igualando aos homens no consumo de drogas ilícitas e de álcool.

O modelo de consumo é, também, quase igual. Meninas de 15 e 16 anos ingerem tranqüilizantes e ansiolíticos quase como os homens. A diferença, quanto a tranqüilizantes e ansiolíticos, é que a maioria das meninas usa comprimidos vendidos em farmácias, enquanto os meninos preferem a maconha.

5.)Por último, a França quer que a indústria farmacêutica compre o ópio do Afeganistão, até para melhorar a sua economia.

Para o governo francês, há uma carência de 100 mil toneladas de inibidores de dor no mercado planetário. Só o Afeganistão, ilegalmente, produz 4 mil toneladas. Portanto, é só legalizar e comprar o produzido pelos camponeses do Afeganistão.

. ESSE É O GIRO DA SEMANA, de 7 a 13 de março de 2005.


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