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Drogas Ilícitas

 

WAR ON DRUGS: a bandeira contra o comunismo desfraldada pelo presidente Reagan e a mulher Nancy

Por WFM-CARTACAPITAL

No governo de Ronald Reagan foi efetivamente implantada a política da “War on Drugs (Guerra às Drogas)”. Reagan usou o aumento do consumo de drogas ilícitas pelos jovens norte-americanos e as recordações de fatos passados no Vietnã, --onde soldados retornaram à pátria dependentes químicos da heroína asiática--, para justificar as intervenções militares no exterior.

A droga funcionava como mero pretexto. O alvo não era o risco para a saúde pública, mas o perigo comunista. Num discurso de efeito, declarou “como reais inimigos norte-americanos” os responsáveis pela produção e pela oferta das “drogas internacionais”. Nas disfarçadas intervenções, escolheu territórios estratégicos e com drogas, como a Colômbia.

Enquanto Reagan cuidava da militarização, a primeira-dama, Nancy, mobilizou e envolveu as mães de família para lutar nas escolas, contra a demanda às drogas.

Nancy comandou programas preventivos antidrogas e desastradas campanhas baseadas na demonização do uso e na discriminação do usuário. Ela acabou precursora dos programas criminilazantes, que ainda são utilizados no Brasil.

No Brasil, esses programas norte-americanos são ministrados pelas polícias militares estaduais. No governo republicano e conservador de Reagan, os policiais militares simbolizaram a lei e a ordem. A respeito, governadores como Geraldo Alckmin e Rosinha Garotinho não conseguem, como Reagan, compreender que as polícias devem previnir e reprimir a oferta de drogas. A demanda não é tema policial, mas de saúde pública.


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