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Drogas Ilícitas

 

FÓRMULA 1 e COCAÍNA: acusações e réplicas

Por WFM-rádio JOVEMPAN

No universo da Fórmula 1, o ano velho acabou mal. E o novo ano (2205) começa derrapando em suspeitas de uso de cocaína e de falsos testes antidoping.

O ex-médico da equipe esportiva da Ferrari, --Benigno Bartoletti--, denunciou o uso de cocaína nas provas de Fórmula 1.

Segundo o médico Bartoletti, 1 (hum) em cada 3 (três) pilotos da Fórmula 1 usam cocaína.

O piloto francês Jean Alesi, --que já passou pela Ferrari ao tempo de Bartoletti--, afirmou que a acusação não era séria e lhe faziam rir.

Para o ex-piloto Nike Lauda, esse problema jamais ocorreu. E lembrou que os pilotos passam por testes antidoping, realizados pela FIA (Fed.Internacional de Automobilismo).

Coube ao porta-voz de Ralf Schumacher jogar mais gasolina no caso. Ele afirmou que há alguns meses circulou uma notícia segundo a qual teriam sido encontrados indicativos de uso de cocaína numa testagem. Ressaltou o porta-voz de Ralf Schumaker que não se falou em nome de piloto.

No meio de acusações e réplicas, o médico esportivo da equipe Porche lembrou de um único caso de uso de cocaína no automobilismo. Segundo ele, foi do piloto Achille Varzi, pouco antes da 2a.Guerra Mundial. E Achille foi desclassificado.

Desse episódio, o certo é que para quem dirige numa velocidade acima de 300 km por hora, o uso de droga psicoativa, como a cocaína, é preocupante. Quer pela segurança, quer pela quebra da igualdade entre os competidores.

É certo que a cocaína deixa os neurônios mais ativos. O usuário fica “mais elétrico” e perde a sensação de cansaço. Só que a excitação e hiperatividade podem comprometer a concentração.

Além disso, a cocaína causa irritação, ansiedade e agressividade. E essas causas representam má-companhia a qualquer competidor.

Em síntese, ao acelerar os neurônios com cocaína, a chance de acidente é maior do que a de vitória.


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