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Drogas Ilícitas

 

ESCÂNDALO PARAGUAIO-BRASILEIRO: governo EUA vai pedir extradição de brasileiro.Suspeita de ligações do indicado chefe de polícia com o bando de BEIRA-MAR. EUA estuda, ainda, a extradição do ex-vice prefeito de PontaPorã.

Por IBGF/WFM

a)-27 dezembro de 2004.

O governo norte-americano vai pedir a extradição do traficante brasileiro Ivan Mendes Mesquita.

E analisa, também, a possibilidade de solicitar a extradição do ex-vice prefeito de Ponta Porá, Nélio Alves de Oliveira.

As agências antidrogas dos EUA (DEA) e do Paraguai (Senad) prenderam Ivan e Nélio na véspera do Natal. Apreenderam 260 kg de cocaína que seria enviada aos EUA. A droga foi avaliada em US$10 milhões.

Com as prisões, a embaixada norte-americana no Paraguai e a DEA começaram a pressionar o presidente paraguaio Nicanor Duarte.

É que o presidente Duarte indicou Aristides Cabral para chefiar a polícia paraguaia.

Segundo os norte-americanos, Aristides é ligado ao bando liderado por Fernandinho Beir-Mar.

. Mais ainda, Aristides receberia, por mês, US$20 mil do traficante brasileiro Ivan Mendes, morador em Pedro Juan Caballero e preso com 260 kg de cocaína, na noite de 24 de dezembro.

O traficante brasileiro Ivan Mendes possuía carteira de identidade expedida pela Polícia Nacional paraguaia. Tinha autorização do Ministério do Interior para residir no Paraguai. De quebra, possuía autorização das Forças Armadas para portar três armas de grosso calibre.

Para o juiz paraguaio Andrá Casati, o traficante Ivan admitiu que tinha cobertura de autoridades paraguaias.

b)25 de dezembro de 2004. Os agentes da agência norte-americana de repressão às drogas e o embaixador norte-americano no Paraguai pressionaram as autoridades para o cumprimento de mandado internacional de prisão contra os brasileiros Ivan Mendes Mesquita e Claudair Lopes de Farias

Por ordem do juiz paraguaio André Casate, foi preso, na véspera do natal, Ivan Mendes Mesquita. Ele portava 260 quilos de cocaína, que tencionava enviar aos EUA

A prisão teria ocorrido próximo à fronteira entre o Paraguai e o Brasil (Mato Grosso do Sul).

O juiz paraguaio André tomou o depoimento de Ivan e apreendeu seus documentos. Ivan, embora brasileiro, portava uma carteira de identidade fornecida pela Políca Nacional. Tinha, também, autorização para portar 3 armas de fogo e a autorização havia sido dada por autoridades do Exército. Ivan tinha, ainda, autorização para residir no Paraguai

No relato ao juiz, Ivan admitiu que tinha a proteção das autoridades paraguaiais de polícia e deixou claro que as subonava

A prisão de Ivan coincide com a pressão norte-americana, que se opõe a indicação, feita pelo presidente paraguaio (Nicanor Duarte), de Aristides Cabral para a chefia da polícia.

Contra Aristides pesa a suspeita de dar proteção a Fernando Beira-Mar

. A DEA (agência norte-mericana antidrogas) suspeita que Aristides, por mês, recebe US$20 mil para proteger traficantes de drogas.


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