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DRINK SPIKING: droga do estupro e do furto

Por IBGF/WFM

Drink Spiking é o que consta dos boletins de ocorrências policiais. Sem saber, jovens de ambos os sexos estão tomando, sem saber, o "drink spiking". Ele é oferecido pelo acompanhante de discotecas e festas.

À bebida pedida, o tal companheiro recém conhecido coloca o sedativo Rohypnol ou uma mistura à base de ecstasy líquido (GHB). Aí, vem o convite para mudar do local de "badalada". Sempre um outro melhor é falado

A vítima quase sempre adormece no automóvel, quando do percurso à imaginária nova balada. Aí, vem o estupro ou os atos libidinosos diversos da conjunção carnal, tudo com a vítima inconsciente. Em alguns casos, ocorre apenas o "limpa" patrimonial: dinheiro, cheques, cartões de crédito e acessórios

Na Autsrália, a manipulação de bebidas vem crescendo assustadoramente. Levantamento relativo ao ano de 2003 mostrou 4 mil casos. Mais, comumente as vítimas de abusos sexuais não comunicam o ocorrido às autoridades policiais. Somente um caso em seis é denunciado à polícia.

Alguns outros dados foram levantados: em cada 20 ocorrências de "Drink Spiking" um é de furto

O "Drink Spiking" vem sendo usada em brincadeiras de mau-gosto e muitos adormecidos são deixados em praças ou em campos universitários, ao lado de estatuas. Como são abandonados, muitas vezes, viram alvos de subtrações: relógios, carteiras, etc.

Ainda na Austrália, na cidade de Brisbane, o Instituto de Criminologia realiza estudos para elaboração de um projeto de lei penal. O projeto elevaria a crime autônomo o "Drink Spiking"


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