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Drogas Ilícitas

 

Droga. Fim de carreira esportiva.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

1 de setembro de 2007.


Já virou um clássico. O álcool e as drogas proibidas têm se transformado em companhia de grandes astros esportivos.

Nesta semana, foi preso em Londres aquele que já foi considerado o “Pelé” do rugby. Andrew Johns, australiano e com 33 anos de idade, trazia consigo, para consumo próprio, uma drágea de ecstasy.

Ele foi campeão do mundo pela equipe do New Castle. Hoje ele atua no Wallabies. O encontro da droga ocorreu numa blitz policial, em Notting Hill, onde se desenrolava uma festa londrina de carnaval de rua.

A droga estava no bolso da calça de Andrews Johns, que participou da festa e havia abusado do consumo de bebida alcoólica, a ponto de despertar a atenção dos policiais londrinos. Depois de pagar multa e deixar o distrito policial, o “mega star” australiano do rugby concedeu uma entrevista ao seu ex-treinador Phil Gould, que deixou o rugby e virou comentarista esportivo de televisão.

O ex-campeão contou que quando jogava, nos últimos 12 anos de carreira, começou, nas folgas dos treinos e campeonatos, a fazer uso recreativo de drogas ilícitas. Não demorou a tornar-se dependente de drogas lícitas (álcool) e ilícitas (anfetaminas).

Numa certa passagem da entrevista admitiu que passara, algumas vezes e depois de noitadas, momentos de tensão no final de certas partidas. Isto porque tinha medo de ser sorteado e flagrado no exame de dopagem, tudo em razão das tais “noitadas” em véspera de partidas.

A “Australian Rugby Union” já havia comunicado que Johns não poderia participar da copa do mundo da França, nesta ano de 2007.

Dias piores aguardam Johns, em fim de carreira e sem vontade de abandonar o álcool e as drogas proibidas. Wálter Fanganiello Maierovitch.


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