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Drogas Ilícitas

 

Droga. Lindsay Lohan volta para a cadeia.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

27 de julho de 2007.





Desta vez, por acusação de porte ilegal e reincidência por embriaguez alcoólica ao volante, as coisas pioraram para a jovem atriz e cantora pop Lindsay Lohan, popularizada como Teen Queen.

Em maio passado, Lindsay conheceu a cadeia pela primeira vez. Teve de pagar fiança para aguardar, em liberdade, a tramitação de processo criminal por dirigir automóvel em estado de embriaguez e imprimir ao veículo velocidade acima do permitido.

Agora, além do mesmo problema etílico, a polícia encontrou uma porção de cocaína no bolso da calça jeans que usava. Segundo consta, a atriz, embriagada, perseguia, em excesso de velocidade, um automóvel dirigido pela mãe da sua secretária particular. E a genitora da tal secretária poderá apresentar queixa à Justiça por crime de ameaça.

Como as seguradoras não gostam de perder dinheiro, sempre colocam, quando celebraram contratos com celebridades, cláusula de rescisão em caso de envolvimento da segurada com drogas ilícitas.

Ontem, no jornal New York Times, apresentou-se um relato sobre a vida tumultuada e as permanentes confusões de Lindsay Lohan, nascida em 1986.

Pelo que se suspeita, o abuso no consumo de álcool tem levado a atriz a comparecer sempre atrasada às filmagens. Em Hollywood, ela já ganhou fama de mal humorada e de difícil relacionamento, uma das característica de quem usa drogas e está em abstinência.

Destaca o jornal New York Times que as produtoras e distribuidoras de produções cinematográficas já esperam prejuízos financeiros. Nesta sexta-feira, um novo filme de Lindsay Lohan entra em cartaz: “I know who killed me”. E para o final de semana estava programado uma reprise de “Poor Things”, cuja protagonista é Shirley McLaine.

Como acontece com as celebridades envolvidas em drogas, os empresários dessas estrelas, para melhorar a imagem, providenciam uma internação em famosas e caríssimas clínicas de desintoxicação.

A internação, aliás, é a fórmula que dá sempre certo e serve para a poeira baixar.

Por exemplo, foi a fórmula usada pela modelo Kat Moss e pelo maneger e herdeiro da FIAT (Fábrica Italiana de Automóveis Torino), Lapo Elkann.

Kat Moss recuperou os 14 contratos que tinham sido rescindidos depois dela ter aparecido cheirando cocaína numa revista, na companhia do companheiro Pete Doherty, um músico e toxicômano assumido.

Por overdose de cocaína, Lapo quase morreu. Acabou salvo pelo travesti com o qual dormia. O travesti chamou uma ambulância e cuidou da remoção ao pronto-socorro de hospital da cidade de Torino(Piemonte-Itália).

Lapo Elkann e Kat Moss, por coincidência, internaram-se no mesmo período. Isto para desintoxicação da cocaína, numa clínica de luxo localizada no deserto do Arizona.

Desintoxicados, voltaram às atividades profissionais. Depois disso, Kat Moss ganhou o Oscar da Moda, outorgado pela Britsh Awards. Fechou 2006, com 40 milhões em caixa. Lapo, arrumou namorada mulher e passou a desfilar com ela pelos balneários de Santa Margherita e Porto Fino.

Linsday Lohan talvez resista em trilhar o caminho da internação. Ontem, por e.mail enviado ao concorrido programa televisivo de Billy Bush (Acess Hollywood), ela disse não usar drogas e ser inocente no episódio ocorrido em Santa Mônica (Califórnia-EUA). Ou seja, inocente no caso que lhe causou a prisão, até o recolhimento de fiança.

Como os pais da atriz são considerados problemáticos, ou como se diz pelo Brasil, “tranqueiras”, espera-se que seja aconselhada a se tratar. Com isso, poderá a recuperar a imagem e o contrato de seguro.
Wálter Fanganiello Maierovitch, 17 hs.


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