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Drogas Ilícitas

 

DROGA: Novo presidente do México manda recolher armas de policiais de Tijuana.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

Familia Arellano Felix.





Por suspeitar de cooptação de policiais de Tijuana pelo cartel que leva o nome da cidade, fundado e administrado pelos irmãos Arellano Felix, os revólveres foram tiradas dos agentes elo governo.

Em Tijuana, por determinação do novo presidente, Felipe Calderon, foram eviados 4 mil soldados do Exército, com ordem de retirar o armamento dos policias.
Em Tijuana, no ano de 2006, ocorreram 2 mil mortes, a maior parte relacionada ao tráfico de cocaína, maconha e heroína.

IBGF-WFM, 8 de janeiro de 2006.

RETROSPECTIVA.
Entre 2001 e 2006, sob a presidência de Vicente Fox, o México contou 9 mil vítimas fatais da violência promovida pelos cartéis das drogas, onde destacam-se os cartéis de Tijuana, Juarez e Nuevo Loredo.

O cartel de Tijuana, mostrado seu poder corruptor no filme Traffic, foi criado e é dirigiado pelos irmãos Arellano Felix. Em 2006, quando realizava pesca-submarina no `Pacífico, o gestor do cartel de Tijuana, o jovem Javier Arellano Felix, teve seu barco coberto por uma rede lançada por helicóptero e acabou preso. O recém empossado presidente mexicano, Felipe Calderon, já começou cumprir a sua promessa de campanha, no sentido de dar combate sem tréguas aos cartéis das drogas. Deu início, na quarta e quinta feira passada (2 e 3 de janeiro de 2007) a mega-operações em MICOACAN e TIJUANA.

O presidente mexicano Felipe Calderon mandou 7 mil policiais, em Task Force, para combater os cartéis da droga e da violência de MICHOACAN. Entre 2001 e 2006, ocorreram 4.500 mortes em face do narco-controle desse estado.

Francisco Arellano Felix, el tigrillo, preso em 2006.


Para combater o Cartel de Tijuana, comandado pelos irmãos Arellano Felix, foram enviados, na quinta feira (3 de janeiro de 2007), 3.300 policiais, mais 29 aviões de apoio, 9 helicópteros e 28 lanchas-voadoras. Em 2006 e na guerra urbana promovida pelo cartel de Tijuana (cerca de 1,6 milhão de habitantes) 530 pessoas morreram.

Para o ministro do Interior, Francisco Ramirez, "o governo não permitirá que nenhuma cidade ou estado mexicano seja refém do crime organizado".

RETROSPECTIVA, conforme site do nosso IBGF.
jornal mexicano EL IMPARCIAL, 17/8/2006.

"El considerado líder del cártel de la droga de Tijuana, el mexicano Francisco Javier Arellano Félix, alias "El Tigrillo" y uno de los narcotraficantes más buscados en México y EEUU, fue arrestado en el sur de California.

La Guardia Costera estadounidense hizo hoy el anuncio de la detención pero no precisó cuando se produjo.

Arellano Félix es uno de los capos del narcotráfico mexicano y presunto responsable de la introducción de drogas en EEUU a través de elaborados "narcotúneles" en la frontera entre EEUU y México, que se descubrieron en enero.

La policía estadounidense lo acusa, entre otras cosas, de ser el cabecilla del cártel de Tijuana, un grupo ilegal que según los investigadores incluye a sus siete hermanos y cuatro hermanas.



Su arresto culmina un largo proceso que llevó incluso al Departamento de Estado a ofrecer una recompensa de cinco millones de dólares por la cabeza de Arellano Félix o la de su hermano Eduardo. Las autoridades creen que la banda criminal capitaneada por el narcotraficante mexicano es responsable también de varios asesinatos. La captura de "El Tigrillo" se produce sólo dos meses después de que la Policía mexicana arrestase a otros dos capos del cártel de Tijuana, lo que dejó diezmada a la organización y dejó a "El Tigrillo" al frente de la misma. El clan de los Arellano Félix ha mantenido una lucha sin cuartel con otras bandas mexicanas para hacerse con el control del tráfico de drogas. Efraín Pérez Pasuengo, "El Efra", y Jorge Aureliano Félix, "El Macumba", los considerados números 1 y 2 de la estructura de mando del cártel de los hermanos Arellano Félix fueron detenidos el 3 de junio en Tijuana, fronteriza con Estados Unidos". --------------------------------------

RETROSPECTIVA.
CARTEL DO GOLFO DO MÉXICO:preso Carlos Rosales

Por IBGF/WFM;

A polícia do México divulgou, em 26 de outubro de 2006, a prisão de CARLOS ROSALES, um dos chefes do Cartel do Golfo do México (Atlântico), que rivaliza com o Cartel de Tijuana, responsável pelo tráfico de drogas ilícitas no Golfo da Califórnia (Pacífico).

Na divisão de tarefas feita pela cúpula do Cartel do Golfo, cabia a CARLOS ROSALES manter a oferta de cocaína e heroína nos estados mexicanos de Jalisco, Colima e Guerreo. Sua base de operações era em Mochoacan. O Cartel do Golfo é abastecido de cocaína enviada pelo potente e antigo Cartel Colombiano do Vale Norte, comandado por Don Diego, e Don Beja. A prisão de CARLOS ROSALES ocorreu próxima ao presídio de segurança máxima de La Palma, local onde se encontra preso OSIEL CARDENAS, o chefe-dos-chefes do Carte do Golfo. OSIEL CARDENAS encontra-se preso desde de março de 2003, acusado de tráfico interno e internacional de drogas e associação mafiosa, por comandar o Cartel do Golfo.

Pretendia CARLOS ROSALES resgatar OSIEL CARDENAS do presídio de Las Palmas, numa ação bélica. Iria repetir uma ação de sucesso, realizada, em junho de 2003, no presídio de Morelia, onde conseguiu libertar oito narcotraficantes que estavam nesse presídio.

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RETROSPECTIVA- 2006.

Mais ataques. Além de jornalistas e donos de publicações assassinados pelos cartéis méxicano, as redações estão sendo invadidas e destruídas a bombas e tiros, tudo a provocar danos materiais e comprometer a circulação dos periódicos.

Nuevo Laredo, na fronteira com o Texas, é a cidade mexicana onde atua o Cartel do Golfo. Nesta semana segunda semana de fevereiro de 2006, a redação do jornal El Mañana foi atacada por um grupo fortemente armado: granadas e fuzis AK-47.

Saiu gravemente ferido o jornalista Jaime Orozco Tey. O jornal fica na cidade de Nuevo Laredo, na fronteira com os EUA (Texas) e onde atua o Cartel do Golfo: el manana.com.mx

O jornalista Jaime Orozco Tey foi atingido por cinco disparos. Corre risco de perder a vida ou de ficar paraplégico. Os diretores de 50 jornais mexicanos assinaram um documento (9 de fevereiro de 2006) onde condenam a escalada de violência do narcotráfico para intimidar e impedir o livre exercício do jornalismo no México.

O ataque foi uma represália ao fato de o jornal "El Mañana" ter organizado (26 janeiro de 2006) um congresso para jornalistas que trabalham com temas de risco, como criminalidade organizada e narcotráfico. A chefe de redação do jornal El Mañana, -Ninfa Deandar--, em coletiva à imprensa, desabafou:-" Estamos em pé de guerra. A coisa mais importante é a incolumidade das pessoas que trabalham para nós. Não haverá censura imposta pelo crime organizado. Manteremos a nossa liberdade".

O MInistério Público anunciou a criação de uma força-especial que se dedicará aos crimes contra jornalistas e veículos de mídia. Só de janeiro a fevereiro de 2006, foram 25 as vítimas dos cartéis, na região de fronteira.


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