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Máfias/Dinheiro Sujo

 

MERCADO DE ARTE: bilhões de euros em obras falsificadas

Por IBGF/WFM

pintor De Chirico


Os nomes ainda estão sendo mantidos em segredo. Com perfeição, eram falsificadas obras de Mirò, Manzu, Fontana, Sassu, Gattuso, De Chirico, Marini, Rassai e Manson.

A frente estavam um pintor e um marchant milaneses. As obras falsificadas foram apreendidas em famosas galerias de Roma, Milão, Veneza e Modena.

. As cartas que atestavam a originalidade das obras também eram falsas. Da mesma forma as autorizações de venda.

escultor Marino Marini


Foram apreendidas 1.258 obras falsificadas. Muitas eram estampas e litografias, elaboradas à perfeição, segundo técnicos. As assinaturas lançadas eram realizadas por estelionatários com muita prática em imitar firmas.

Muitos lastros de zinco originais foram roubados e as litografias eram perfeitas, a ponto de serem vendidas para famosas e respeitadas galerias de arte. Até os proprietários da galerias foram enganados

Dentre as obras falsificadas apreendidas, havia uma escultura de Marino Marini, posta a venda, numa galeria, por 300 mil euros. O mesmo preço era fixado por um óleo sobre tela do pintor Gattuso.
pintor Miró


A aquisição de obras de arte continua sendo uma forma de se limpar o dinheiro sujo. Por isso, muitas compras são realizadas, com a facilidade de as telas serem quardadas em casa, sem dispertar suspeitas. As suspeitas foram levantadas pelos policias da cidade de Monza, mais especificamente pelo Núcleo Policial de Tutela do Patrimônio Cultural de Monza. Os nomes e fotografias dos golpistas serão exibidas quando aberto o processo criminal pelo Ministério Público italiano. As investigações correram em segredo e envolveram ações coordenadas em diferentes cidades. Além do pintor e do marchant milaneses encontram-se presas outras 6 pessoas acusadas de envolvimento com as falsificações.


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