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Terrorismo. Al Nusra, braço alqaedista na Síria, promete atacar Ocidente

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 29 de setembro de 2014.


Membros da organização terrorista Estado Islâmico (ISIS) na Síria.






A frente Al Nusra representa a Al Qaeda na Síria e o seu líder, Abu Nohammad al Juliani, --várias vezes dado como morto em bombardeamentos--, apareceu em vídeo-audio para ameaçar: “ou os bombardeios param imediatamente ou vocês pagarão preço alto com a guerra chegando no Ocidente”.


O vídeo coincide com o início, hoje, das ações aéreas britânicas de bombardeamentos em território sírio controlado pelo grupo terrorista autodenominado de Estado Islâmico (Isis).


A sunita frente Al Nusri (Frente da Vitória do Povo da Síria) rompeu com o Estado Islâmico (Isis) em janeiro de 2014, o mesmo tendo feito a denominada Al Qaeda central. Com o anúncio de constituição de um califado feito por Abu Bakr Baghdadi, líder do Isis, as relações pareciam irreconciliáveis: um dos sonhos de Bin Laden era formar um califado e virar o califa. Seu sucessor, o médico egípcio Al Zawahiri, pensa o mesmo.


Depois do vídeo, os 007 da CIA consideram a possibilidade de ter ocorrido uma reaproximação Al Nusri-Isis e isto para enfrentar a coligação liderada pelos EUA e composta por 25 países dispostos a contrastar o terrorismo. Dentre eles: Arábia Saudita, Emirados Árabes, Jordânia, Kuwait, Qatar, Egito, Líbano, Iraque, Omar.


Na Europa, os 007 de inteligência preocupam-se com explosões em aviões, que seria incumbência do grupo terrorista Khorasan.


A milícia Khorasan usa a tática do chamado processo imitativo. Ou seja, aposta as fichas em imitações. Por exemplo das decapitações e dos homens bombas. Os 007 europeus temem, também, ataques nos metrôs da França, nas ruas, aeroportos e durante os vôos.


Em tempo: o governo Obama está ciente da necessidade de uma aliança com o inimigo Irã para ter sucesso no combate aos terroristas. O Irã, protetor da ditadura síria de Assad, está disposto a fechar a aliança com os EUA contra os terroristas sunitas da Al Qaeda, seu braço sírio Al Nusri (lutam para a derrubada de Assad), e o Khorasan, só que, no acordo, o governo e os aiatolás xiitas querem garantir um projeto nuclear mais amplo e isso os americanos não aceitam.



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