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Teremos a Igreja do sim ou a Igreja do não

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 01 de abril de 2013.





Terminado o tríduo da Páscoa, os teólogos e os vaticanistas colocam uma pergunta fundamental ao papa Francisco, ou seja : Teremos a Igreja do “sim” ou permanecerá a Igreja do “não” do papa emérito Ratzinger ?????



Só para lembrar, a Igreja do “não” é aquela, -- por exemplo--, que nega a eucaristia aos divorciados. É a Igreja do “não” à inseminação artificial, à pílula anticoncepcional, ao uso da camisinha e ao casamento de padres. É a Igreja dos vetos ao testamento biológico e ao sacerdócio feminino.



Num diagnóstico do teólogo e saudoso cardeal de Milão, --o jesuíta Martini-, a Igreja está atrasada dois séculos.



Portanto, todos estão a esperar para saber se o papa Francisco será ou não um renovador. Fora isso, Bergoglio terá de “limpar a Cúria” e o banco do Papa, que é uma porta aberta à lavagem de dinheiro.



Sobre ao acesso à eucaristia por divorciados,-- atenção-atenção--, o papa Francisco estaria disposto a rever o veto de Ratzinger à proposta do episcopado alemão.



O episcopado alemão propôs uma “solução de consciência”. Ou seja, cada católico teria a faculdade de decidir, consultada a sua consciência---, se foi ou não o responsável pela separação. Os que não se sentirem em culpa, receberiam a hóstia consagrada.



Os cardeais alemães não se conformam com o afastamento da eucaristia imposto a um cônjuge sem culpa. Por exemplo, a esposa abandonada, ... trocada por outra (ou por outro).



Num pano rápido, a “solução de consciência” é um ato individual e a Igreja-conservadora só gosta de conduzir o rebanho e decidir sem delegar.

--Wálter Fanganiello Maierovitch


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