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Visita de Ratzinger. Depois de protestos, governo Zapatera sustenta que visita papal trará lucros.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch- Terra Magazine.

IBGF, 18 de agosto de 2011.





Pelos cálculos, Madrid receberá 1,0 milhão de pessoas procedentes de 197 países. São católicos que participarão da XXVI Jornada da Juventude, com o papa Ratzinger a abrir o encontro e permanecer, de hoje a sábado, na capital espanhola.



José Blanco, porta-voz do governo do premier Zapatero, assegurou que a visita papal não tratará prejuízos aos cofres públicos, cuja saúde financeira está aos frangalhos.



O porta-voz de Zapatero fez a comunicação em face do protesto de ontem e da intervenção policial.



Muitos espanhóis foram à Porta do Sol para protestar com os gastos do governo espanhol que está a “bancar” as despesas decorrentes da visita do papa Ratzinger.



Grupos de favoráveis à visita do papa resolveram, também, sair às ruas e, diante do choque iminente, a tropa de choque da polícia espanhola teve de agir, com houve resistência por parte dos manifestantes anti-papa.



Na Porta do Sol, a polícia prendeu o jovem mexicano Jose Perez Bautista por porte de explosivo e suspeita de que seria usado contra a delegação de Ratzinger.



Mais de 800 bispos estarão presentes, fora padres e freiras. A esses encontros que reúnem de multidão, o cardeal define como “ dimensão pública da fé”.



O grupo administrativo de boas-vindas e que acompanhará a estada do papa Ratzinger é composto por 24 mil católicos.



Uma pesquisa foi realizada para se saber dos motivos que levam tantos jovens a se deslocar a Madrid. Pela pesquisa, as razões são as seguintes: (1) testemunhar Jesus, (2) afirmar que a Igreja existe e é atuante, (3) encontrar uma resposta espiritual, (4) trocar experiências, (5) orar.



Por ocasião da XXVI Jornada da Juventude a Igreja colocará a disposição dos fiéis, em aberto, padres prontos a colher confissões e proferir absolvições.



Pano Rápido. As viagens de Ratzinger pelo mundo são sempre bancadas pelos estados e ele chega sempre como chefe de estado convidado. Desde a realizada na França, os cidadãos contestam as vultosas despesas decorrentes da visita. Com o antecessor de Ratzinger era diferente e ninguém cogitava de despesas. Talvez, outros tempos e que não eram bicudos. Mas, o papa polonês Karol Wojtyla era carismático, ao contrário de Ratzinger.

–Wálter Fanganiello Maierovitch–


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