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Battisti consegue, por tempo indeterminado, permissão de residência e trabalho no Brasil

Por Wálter F Maierovitch/Rádio CBN/Justiça e Cidadania

IBGF, 22 de junho de 2011.


Battisti, no papel de injustiçado.


--1) Confira a entrevista do presidente do IBGF ao jornalista Adalberto Piotto, da rádio CBN:


http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-total/2011/06/22/BRASIL-TEM-PESSIMA-MEMORIA-HISTORICA-E-ISSO-LEVA-A-DECISOES-COMO-A-DO-CASO-BATTISTI.htm



--1. O pluriassassino Cesare Batisti conseguiu mais uma vitória depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter se negado, por maioria de votos, analisar a decisão negatória de extradição dada pelo então presidente Lula.



Segundo Lula, “a exuberância da Democracia italiana” levava à suposição de Battisti poder ser perseguido e ter a integridade corporal sob risco de lesão na Itália.



Battisti, em decisão administrativa, acabou de obter permissões para residir no Brasil por prazo indeterminado e para trabalhar. Essa decisão administrativa decorre do indeferimento, pelo presidente Lula, do pedido de extradição feito pela Itália. Só existiam dois caminhos possíveis, ou seja, a permissão de residência e trabalho ou a expulsão por ingresso irrregular no Brasil (caso dos atletas cubanos).



Depois de uma breve formalização no ministério da Justiça, Battisti estará, definitivamente, integrado à sociedade civil brasileira.



Por evidente, se Battisti deixar o Brasil correrá risco de ser preso em face de mandado internacional de prisão expedido pela Itália e nos arquivos da Interpol e Europol.



Não se deve confundir Battisti com Salvatore Cacciola, que é cidadão italiano. No mundo, com exceção da Colômbia e em casos de narcotráfico internacional, os nacionais não são extraditáveis: caso a Itália solicitasse a extradição de Beira-mar, não levaria, pois ele é cidadão brasileiro.



--2. PANO RÁPIDO. Não estranhem internautas se Battisti virar atração da Flip de Parati. Ele é autor de livros do gênero “noir”. Sobre os assassinatos dos livros, Battisti escreve com conhecimento de causa, ou melhor, na condição de pluriassassino. E não um pluriassassino comum, mas o que matou pelas costas, covardemente.

-- Walter Fanganiello Maierovitch--


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