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Ex-diretor operacional do FMI em prisão domiciliar e bracelete eletrônico. Júri exige 5 garantias

Por Wálter Fanganiello Maierovitch- Terra Magazine.

IBGF, 19 de maio de 2011.


DSK em prisão domiciliar e com bracelete eletrônico.




–1. Domenique Strauss Kahn (DSK) permanecerá preso, mas em domiciliar e com bracelete eletrônico.



Essa é a decisão do Grande Júri de Nova York que exigiu, também, 5 garantias e um depósito de 1,0 milhão de dólares.



DSK fez o pedido de liberdade com fiança.



O seu advogado, Ben Brafman, tentou convencer os jurados do Grande Júri de Lower Manhatan que o seu cliente DSK é um homem de respeito e não pretende ser visto internacionalmente como um fugitivo da Justiça. Assim, pediu o advogado Brafman, novamente (na segunda-feira a fiança fora negada pela juíza que impôs a prisão cautelar) , a fixação de uma fiança para DSK aguardar em liberdade o julgamento.



Alternativamente, o advogado pediu prisão domiciliar. Os jurados negaram o pedido de fiança com liberdade total. Os jurados acolheram a domiciliar, com bracelete eletrônico e cinco garantias (até agora não reveladas quais seriam) e uma caução de US$1,0..



Os jurados decidiram, também, dar início ao processo criminal por conter na peça acusatória apresentada pelo promotor de Justiça de Nova York, Cyrus Vance Jr elementos suficientes. Destarte, DSK virou réu.



Pano Rápido. Arranhões no peito, –a indicar ter a camareira conhecida por Ofélia (32 anos e natural da Guiana) resistido e entrado em luta corporal–, e perícia na chave da porta da suíte ocupada por DSK (suíte composta de hall, sala de estar, sala de reuniões, dormitório e banheiro) são provas que deixam o réu em situação delicada: a chave digital aponta ter a camareira deixado a porta aberta, que é o procedimento adotado quando realiza a limpeza. DCK teria aparecido de surpresa e pelado. E depois de agarrar a camareira foi fechar a porta).



Peritos do Special Victim Unit, que realizaram inspeção na suíte e encontraram esperma de DCK no carpete da sala de estar (visitas), garantem ao promotor Cyrus Vance Jr ter havido luta corporal, ou seja, estupro a vitimar Ofélia. Isso derruba, nessa fase, a tese de defesa que fala em relações sexuais consentidas.



–Wálter Fanganiello Maierovitch–


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