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Escândalo Berlusconi. Garota de programa que virou celebridade cobra para comparecer em discoteca.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch- Terra Magazine.

IBGF, 16 de novembro de 2010.


Ruby, no trono preparado pela discoteca.


–1. Depois do escândalo que protagonizou com o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, a marroquina apelidada Ruby Rubacuori (Ruby Rouba-coração) parece ter trocado de atividade profissional.



Ela mudou de garota de programa — quando comparecia às orgias palacianas promovidas pelo premier Berlusconi — e abraçou o papel de celebridade, regiamente remunerado.



Para ingressar numa discoteca badalada e lá permanecer (sem dançar e nem fazer discurso de saudação) o tempo para beber duas taças de pro-secco do Veneto (sua predileção), Ruby cobra dois mil euros.



Sábado, Ruby – que completou 18 anos a semana passada e era menor quando freqüentava as festas de Berlusconi e se ligava na dança do “bunga-bunga” –, estreou a sua nova atividade na superlotada discoteca Karma, de Milão. Cumpriu um ritual de 20 minutos e preparado por antecipação pelos seus novos empresários. Pelo rito, ela atravessa a discoteca e senta num trono dourado colocado no meio da pista de dança. Depois, deseja “buona serata a tutti” e assopra beijos empurrados com a mão esquerda.



Na discoteca, Ruby ouviu insultos de algumas jovens da sua idade: “putana” foi o termo mais forte. Do lado dos jovens, recebeu ovação como se a Ferrari tivesse vencido o campeonato mundial de pilotos e de marcas. Evidentemente, não faltaram gozações para Berlusconi, famoso pelos escândalos sexuais promovidos com garotas de programa.



Ruby, 20 minutos é o tempo de permanência.


–2. Segundo o “gossip” milanês, Ruby calçava sapatos de couro fechados e a imitar pele de leopardo. Eles tinham saltos de 12 centímetros.



Como se percebe da fotografia, Ruby “indossava” (vestia) um colado vestido preto, tipo “tubinho”.



Ruby, com saltos altos, chegava a 1,79 metros de altura.



–3. PANO RÁPIDO. A última a desfilar por danceterias a pagamento — incluídas as discotecas parisienses e onde eram distribuídas nas pistas de dança máscaras de Berlusconi –, foi Patrizia D’Addario. A sua nova atividade não decolou, ou melhor, foi efêmera. No mês passado, D’Addario estava num distrito policial a reclamar, conforme revelaram os jornais italianos, de um rico empresário que não lhe tinha pago o programa (“michê”), depois de uma “serata” de prestações sexuais.



– Walter Fanganiello Maierovitch–


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