São Paulo,  
Busca:   

 

 

Agora

 

Caso Batisti. STF decide que palavra final caberá a Lula.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch- Terra Magazine.

IBGF, 18 de novembro de 2005.

De Roma.

Cesare Battisti

O único perdedor, assim mesmo por um voto, foi o ministro Tarso Genro. Coube a ele conceder, contra a lei, o status de refugiado a Cesare Batisti.


Referido ministro Genro entendeu, erroneamente, que o estado italiano não teria condições, caso extraditado, para preservar a vida de Battisti, que, na sua óptica, cometeu crimes políticos.


Derrubada a decisão de Genro, os ministros, por maioria, voltaram ao entendimento de sempre da Corte. Ou seja, cabe ao presidente da República, como chefe da Nação, decidir se convém e se é oportuno extraditar Battisti.


O presidente Lula, para tanto, poderá ou não fazer valer o estabelecido no tratado bilateral de cooperação judiciária entre Brasil e Itália, celebrado em 1998 e homologado pelo Congresso Nacional.


Em outras palavras, Lula fará, como determina a Constituição no seu artigo 84, uso do seu poder discricionário. Destarte, poderá manter Battisti no Brasil.


Com efeito. Battisti, --pelo seu Plano ‘B’ que está em execução--, poderá (confira post abaixo), ser contemplado com oficial permissão para ficar entre nós. Isto até por “questão humanitária”, que está criar pelo emprego da própria torpeza.


Pano Rápido. Só falta Lula decidir pela permanência para o Supremo Tribunal Federal determinar a sua imediata soltura.


Não se sabe como o Estado italiano irá reagir na hipótese de Lula não conceder a extradição.


Uma coisa, no entanto é certa. Amanhã, nos principais cinemas italianos, será lançado o filme Prima Linea.


Pela primeira vez, será mostrado esse grupo eversivo (Prima Línea) que, há 30 anos, iniciou a luta armada. O grupo eversivo Prima Linea começou sua atividade a matar dois juízes: Emílio Alessandrini e Guido Galli.

Wálter Fanganiello Maierovitch


Assuntos Relacionados
© 2004 IBGF - Todos os direitos reservados - Produzido por Ghost Planet