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DROGAS: consumo de cocaína e dano ambiental.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 26 de setembro de 2008.

Campo de coca no Parque de Macarena (Colômbia).


Francisco Santos Calderon é vice-presidente da Colômbia. Ele resolveu se juntar a Rômulo Pizarro, presidente da Comissão do governo peruano para o Desenvolvimento Humano e uma Vida sem Drogas”.

Os dois partiram para Portugal e Espanha, que são as duas grandes portas européias de entrada da cocaína andina, para consumo.

Nos encontros, Calderon fala em danos ambientais e Pizzaro no poder corruptor dos narcotraficantes, pois o consumo de cocaíca cresce em toda a Europa.

Para Calderon, hum grama de cocaína corresponde a devastação de 4 metros quadrados de floresta tropical. E a cada ano 300 mil hectares de floresta cedem lugar ao arbustos de coca.

Como se percebe, no discurso de Calderon os usuários são os culpados pela redução das florestas na região andina. O vice-presidente esquece, entretanto, do Plano Colômbia. Durante cinco anos, aviões norte-americans derramaram herbicidas em áreas de cultivo de coca, provocando irreversíveis danos amientais.

A dupla já se avistou com o premier português José Socrates e com o diretor do Observatório Europeu da Drogas e da Toxicodependência, Wolfgang Goetz. No final de semana estarão com Felipe Gonzáles e com o rei da Espanha.
--Wálter Fanganiello Maierovitch--


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