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OLIMPÍADAS. As balzaquianas campeãs.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF,25 de outubro de 2008.

foto Ansa: Josefa Idem.


Aos 44 anos de idade, Josefa Idem faturou a medalha de prata no caiaque individual. Perdeu o ouro por 4 milímetros, ou seja, menos que o tamanho de uma moeda de dois centésimo de euro, como anota a La Gazzetta Sportiva, edição de domingo.

Josefa Idem já foi campeã mundial duas vezes. Em 2006, ficou com o vice-mundial.

Nos jogos olímpicos, segundo pesquisei na internet, faturou dois bronzes ( Los Angeles e Atlanta), um ouro ( Sydney-2000) e duas pratas ( Atenas-2004 e Pequim-2008).

Nascida na Alemanha e naturalizada italiana, Josefa tem dois filhos, que, embora molhada, abraçou-os fortemente depois de sair do caiaque.

Como estou com 61 anos de idade, vibro muito com as “velhinhas” campeãs.Não é para menos.

A norte-americana Dara Torres, 41 anos de idade e uma filha, faturou, depois de dois anos sem competir, uma medalha de prata na natação, em Pequim. Nos jogos olímpicos de Los Angeles e de Barcelona já havia ganho ouro. Em Seul, levou para casa uma prata e um bronze.

Dara Torres é carinhosamente chamada de a “mãe” do Michael Phelps, campeão dos campeões nas piscinas.

A brasileira Maurren Higa Maggi, ouro no salto-triplo ( do céu o Adhemar Ferreira da Silva e o João do Pulo torceram muito), venceu aos 32 anos de idade, para alegria da filha e nossa.

Tem ainda, como “velhinhas vencedoras de Pequim”, a norueguesa Kjersti Tysse Platzer, 36 anos, uma filha de 10 anos e a medalha de prata na marcha olímpica.

Encerro com a italiana Valentina Vezzali, a deixar os Três Mosqueteiros com inveja e torcicolos. Aos 34 anos, ela já faturou 5 ouros olímpicos. Tem um filho nascido em 2005, de nome Pietro.

Parabéns às coroas medalhistas. Para elas, o importante não é só competir, mas ganhar. E elas ganham sempre.
-Wálter Fanganiello Maierovitch--


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