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Direitos Humanos. Dalai Lama fala de segundo massacre, em agosto.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 21 de agosto de 2008.
Dalai Lama.

No francês Le Monde de hoje, o destaque é o Dalai Lama. Ele está na França e, amanhã, tem encontro até com a Carla Bruni.

Pelo que se percebe, O Dalai Lama viaja mais do que o Lula e sem possuir um avião à disposição.

O Dalai Lama acusou o exército chinês de ter, pela segunda vez e no dia 18 de agosto passado, disparado contra uma multidão de tibetanos, na região de Kham. Segundo afirmou o líder espiritual budista, 140 tibetanos foram mortos em razão dos disparos.
Depois da tragédia de março passado, quando o Exército massacrou, em Lhasa (capital do Tibete), budistas desarmados que participavam de uma passeata, houve, por pressão internacional, a abertura de discussões entre representantes do governo de Pequim e do Dalai Lama. Os encontros serviram para conter os separatistas tebetanos e não transformar os jogos olímpicos num confronto geopolítico.

Os jogos olímpicos estão para terminar e, segundo o Dalai Lama, as discussões foram um fracasso. Sobre os interlocutores chineses, afirmou: - “Os nossos emissários encontraram um muro” PANO RÁPIDO. Com a Rússia a proteger a Ossétia do Sul e a favorecer o separatismo com relação à Geórgia, sem esquecer a auto-independência do Kosovo da Sérvia, com apoios dos norte-americanos e dos europeus, o Tibete volta a se agitar. Só que a China, ao contrário da Geórgia e da Sérvia, é uma superpotência, nada disposta a perder território. Algo semelhante ao que acontece com a Rússia com relação aos separatismo checheno.

-Wálter Fanganiello Maierovitch--


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