São Paulo,  
Busca:   

 

 

Agora

 

DROGAS: Cigarro com dispositivo anti-incêncio, nova exigência da União Européia.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 6 de agosto de 2008.


Sobre cigarros não apagados e a causar incêndios, mortes e lesões, a União Européia divulgou, hoje, um dado preocupante. Ou seja, entre 2005 e 2007, ocorreram 11 mil incêndios a cada ano, com 520 mortes e 1.600 feridos. Evidentemente, foram contados os incêndios nas florestas e em áreas agrícolas, sujeitas a problemas de incêndio nos períodos de seca.

Em razão disso, a Comissão Européia deliberou que até 2011 só será permitida a comercialização, nos estados-membros da União Européia (EU), de cigarros “anti-incêndio”.

Desde 2007 o tema é analisado no âmbito da EU e foram examinadas os cigarros “anti-incêndio” vendidos na Austrália, no Canadá e em alguns estados norte-americanos.

O padrão europeu está sendo divulgado aos fabricantes. Cada cigarro deverá contar com reforço de dois a três bordas de papel de gramatura espessa, de modo a evitar a combustão e se apagar rapidamente em caso de ser abandonado acesso.

Segundo a Comissão Européia, não será admitido aumento no preço.

PANO RÁPIDO. No Brasil, o problema maior são as chamadas “queimadas criminosas”, ou seja, incêndios voluntários em áreas agricultáveis ou em matas sob proteção ambiental. Por aqui, o cigarro é intencionalmente deixado na mata seca. --Wálter Fanganiello Maierovitch--


Assuntos Relacionados
© 2004 IBGF - Todos os direitos reservados - Produzido por Ghost Planet