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TERROR DE ESTADO: Bush autoriza matar o soldado Ronal Gray.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 30 de julho de 2008.

Os militares condenados à morte por Cortes Marciais dos EUA não podem ser executados sem autorização do presidente da República.

Essa é a lei norte-americana, em vigor desde 1951. Está estampada no Código Militar.

Ontem, o presidente Bush, defensor da pena capital, autorizou a execução do soldado Ronald Gray, condenado à morte por quatro homicídios consumados, um homicídio tentado e oito estupros. Gray, de 42 anos de idade, está preso, desde 1988, no Forte Leavenworth, em Kansas City.

A última autorização presidencial para uma execução capital tinha sido dada em 1957, pelo presidente Eisenhower, que era do partido republicano como Bush. Em 1962, o democrata presidente John Kennedy comutou uma pena de morte por prisão perpétua ao marinheiro Jimmie Henderson: ele estava condenado por um homicídio e estupros.

Para um presidente que admite a tortura como meio de prova, promove invasões como a do Iraque e voto contra a moratória da pena de morte na ONU, a autorização para a execução do soldado Gray não surpreende. --Wálter Fanganiello Maierovitch--


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