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DROGAS. Prisões. Preocupação colombiana com o tratado de Livre Comércio com os EUA

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 18 de abril de 2008.



O exército da Colômbia acaba de soltar uma nota na qual comunica a prisão de um tenente-coronel e de seis soldados que favoreciam o tráfico de cocaína e forneciam apoio a uma milícia de extrema direita, dedicada à prática de homicídios.

Os presos davam cobertura ao tráfico de cocaína operado pelo “cartelito” de Don Mario, que não foi preso. Os sete membros do exército estão presos e existem mais três soldados suspeitos procurados.

As autoridades colombianas, com a nota pública e as prisões dos militares, procura melhorar sua imagem em momento delicado. Em Washington, os democratas atrasam a votação do acordo que estabelece livre comércio dos EUA com a Colômbia. Dois são os motivos: 1) os narcotraficantes promovem corrupção na Colômbia e 2) o escândalo envolvendo o defenestrado marqueteiro de Hillary Clinton. Ele usava a campanha de Hillary para fazer lobby e vender vantagens a empresários colombianos, interessados no acordo de livre comércio.

Na Colômbia, na área do tráfico de cocaína, heroína e maconha, atuam uma miríade de pequenos cartéis, conhecidos por cartelitos. Os cartelitos substituíram os grande cartéis, como, por exemplo, o de Cáli dos irmãos Orejuela (foram extraditados para os EUA) e o de Medellín, do falecido Pablor Escobar. --Wálter Fanganiello Maierovitch--


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