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Café pronto, em lata de refrigerante. Cidadania enlatada.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 28 de março de 2008.

Caffè Illy.



De Roma.

A “briga” para uma fatia do bolo chamado mercado começará no final de abril, em plena primavera no hemisfério norte, boreal como aprendi na escola primária. Lógico, a meta é emplacar no verão.

A internacional Illy (presente em 140 países) , que nasceu em Trieste (Itália), e é a maior no ramo do café-expresso, oferecido pelos bares europeus e norte-americanos em milhares de esquinas, resolveu associar-se à The Coca-cola Company.

Do casamento, nasceu a idéia da oferta do café em lata, ou seja, em embalagem igual ao dos refrigerantes: aliás, todos eles com muita cafeína.

Isto tudo está programado par a estação da primavera. No verão, serão lançados o cappuccio e o latte macchiato, em lata, como a Coca-cola, Guaraná, Fanta, etc”.
A triestina Illy é uma empresa que nasceu familiar e está na terceira geração, ou seja, tocada pelos “nipoti” (netos). Sempre a família preocupou-se, e conquistou fama-mundial por isso, com qualidade e o gosto das misturas dos seus café-expresso.

Os netos do patriarca da Illy deram um passo cauteloso, ao procurar uma associação com a Coca-cola, em especial pela distribuição do novo produto nos EUA.

Como se sabe, a Coca-cola vende 1,5 bilhões de refrigerantes por dia, em 200 países.

PANO RÁPIDO. Como bebedor exagerado de café-expresso e de Coca-cola, posso ousar dizer que jamais terei atração por uma latinha gelada de Illy. Vou preferir sorvete de café: uma delícia.
Pelo jeito, a meta será o mercado norte-americano, pois a maneira como preferem o café (um amigo chama de chá-fé) poderá, com tranqüilidade, ser mudada pela Illy-Coca-cola. Em todo caso, vem aí o Caffè Fredo all´Italiana”, em latinha, Yes, yes.

--Wálter Fanganiello Maierovitch—


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