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Direitos Humanos. Presidente Sarkozy não descarta boicote francês às Olímpiadas.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

Ibgf, 25 de março de 2008.

Monges reunidos na capital do Tibet.


Roma 22,30 hs (Brasil, 18,30hs).



Para o presidente francês, Todas as opções estão abertas”. Ou seja, até o de a França boicotar os jogos.



Depois da bombástica declaração, os membros do “staff” de Sarkozy, na função de bombeiros a apagar incêndio, saíram a campo. Isto numa tentativa de reduzir o impacto do declarado. Os assessores sustentaram que o presidente Sarkozy se referiu à cerimônia de abertura dos jogos, em 8 agosto, e não a competição toda.



Os “bombeiros” do palácio Eliseo, no entanto, não convenceram os jornalistas. Até porque Sarkozy foi bastante claro ao falar que todas as opções estavam abertas. Portanto, a restrição mencionada pelos “bombeiros” não foi aventada por Sarkozy.



O presidente francês disse, também, que estava confiante no senso de responsabilidade dos dirigentes chineses. E arrematou: “Desejo que o diálogo comece e, aí, condicionarei a minha resposta ( a respeito dos jogos) em função da posição tomada pelas autoridades chinesas. Penso ser necessário reagir dessa maneira para se poder obter alguns resultados”.



Como se percebe, o presidente francês resolveu endurecer, enquanto o presidente Bush e o premier britânico insistem em dizer que estarão presentes e prestigiarão os jogos de Pequim.



--Wálter Fanganiello Maierovitch--


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