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Conflito no Tibet. China reage à manifestação do papa Ratzinger.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 20 de março de 2008.

Roma, 13,50 hs--Brasil, 9,50hs.

O papa Bento XVI foi duramente criticado por ter silenciado sobre os massacres no Tibet, iniciados no dia 10 de março passado.

Ontem, conforme “post” abaixo, o papa Ratzinger quebrou o silêncio e “convidou” à tolerância.

Esse apelo pontifício à tolerância desagradou o governo chinês, que escalou o porta-voz do ministério de relações exteriores, Qin Gang, para replicar, numa convocada coletiva de imprensa.

Gang, destacou : “A tolerância não pode existir para os criminosos, que deverão ser punidos segundo a lei”. Trocando em miúdos, ficou claro que a manifestação dos tibetanos foi considerada criminosa e os violadores da ordem pública enquadrados como criminosos.

PANO RÁPIDO. Os vaticanistas (jornalistas especializados em assuntos do Vaticano) continuam a sustentar que o papa Ratzinger vai mudar a maneira de realizar os pronunciamentos.

Os jornais italianos falam da reintrodução do modelo do papa Pio IX, conhecido no mundo secular por Giovanni Ferretti.

O papa Ferretti governou a Igreja por 32 anos (1846 a 1878). É o recordista em tempo de pontificiado. Já foi beatificado e aguarda para ser santo.

Ferretti reordenou a diplomacia para os estados-vaticanos. Com isso, o papa Ferreti demorava para se manifestar sobre questões seculares. Dizia, deforma espirituosa, que a Igreja tinha um tempo para falar sobre questões que eram seculares”

--Wálter Fanganiello Maierovitch—


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