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ESPERMATOZÓIDE DROGADO.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 20 de fevereiro de 2008.



A doutora Cynthia Daniels é pesquisadora da Rutgers University, localizada em em Nova York.

Ela começou a se incomodar ao descobrir que 60% dos problemas de saúde e das debilidades verificadas em neonatos tinham origem desconhecida.

Pior ainda. Se deu conta da falsa crença de à herditariedade materna atribuir-se a culpa pelos problemas nos recém nascidos.

Para a doutora Daniels, os excessos de consumo de álcool, tabaco e drogas ilícitas, afetam a qualidade do esperma. Grosso modo, ocorreriam alterações na produção dos espermas. Daí, a transmissão com risco e os eventuais problemas a afetar os neonatos.

A pesquisadora tem uma orientação para os candidatos a “papai” , ou seja, como evitar o risco de anomalias com o esperma e os sérios problemas para o feto a ser formado. Ela recomenda, quanto aos consumidores que abusam das drogas legais e ilegais, abstenção antes do ato sexual voltado à concepção. E avisa que a abstenção poderá ser por poucos dias, pois a produção de espermatozóides é continuada, com um ciclo de renovação de 74 horas.

Pano Rápido. Pelo que se observa do concluído pela pesquisadora, o uso abusivo de drogas, ---e ela fala também do consumo de cerveja que muitos consideram mero refrigerante--, perturbam e provocam defeitos nos espermatozóides, com prejuízo aos fetos.

--Wálter Fanganiello Maierovitch--


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