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DROGAS: relatório mostra como narcos-latinos driblaram em 2007 polícia-costeira dos EUA.

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

IBGF, 17 de janeiro de 2008.




Pelos relatos dos 007, o czar antidrogas da Casa Branca, John Walthers, está enfurecido.

Na tarde de ontem, ele recebeu o relatório de fechamento do ano de 2007. No item relativo à cocaína latino-americana que ingressa nos EUA, o czar Walthers, teve que engolir um sapo. Pelo seu mal humor, engoliu sem direito de cortar as unhas do batráquio.

O relatório mostrava que as polícias em 2007, -- e feita a comparação com o ano anterior de 2006--, tinham apreendido menos cocaína procedente da América Latina. Ou seja, em 2007 realizaram o seqüestro de 210 toneladas de cocaína latino-americana. Em 2006, foram 260 toneladas. Em resumo, em 2007 as polícias apreenderam 50 toneladas a menos de cocaína procedente da América Latina.

O motivo justificador foi exposto ao czar pela polícia costeira-marítma , órgão que apresentou menor produtividade.

Informou a polícia de patrulhamento marítimo que os traficantes latino-americanos de cocaína mudaram o “modus operandi”.

Em 2007, driblaram a polícia-costeira usando embarcações bem menores que anteriormente. E as pequenas embarcações, carregadas de cocaína, se enfiam, como que a costurar--, entre grupos formados por naves maiores ( e alvos da polícia) e sem cocaína nos porões.

PANO RÁPIDO A polícia marítima só não explicou quanto tempo levou para perceber como eram aplicados os dribles feitos pelas pequenas embarcações. Uma coisa é certa: tomaram vários dribles dos narcos-latinos e, pelo contabilizado, 50 toneladas de cocaína a mais recebeu o mercado das compulsivas narinas e das contaminadas seringas.

Wálter Fanganiello Maierovitch.


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