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DIA DO ORGULHO E DA SERENIDADE NATURALISTA, 5 junho.

Por IBGF/Jornal do Terra





De um naturalista: viver em harmonia com a natureza


Em São Paulo, na semana passada (29/5/2005), realizou-se a concorrida “Parada do Orgulho Gay-GLBT”.

Essa “Parada” integra um movimento planetário contra a exclusão, a descriminação e de luta pelo reconhecimento de direitos, --naturais e civis--, dos homossexuais.

A “Parada” desperta a atenção para o 28 de junho, consagrado como o “Dia Internacional do Orgulho Gay-Lésbico”. E o 28 de junho foi escolhido por lembrar a famosa resistência no Bar Stonewall, em 1969 na cidade de Nova Iorque.

O direito natural é o que decorre da própria condição humana e, portanto, não podem as leis civis excluí-los ou criminalizá-los. Infelizmente e muitas vezes, as leis civis conflitam com o direito que provém da própria natureza do “ser humano”. E o direito natural não é escrito, mas imanente ao ser humano.

Na Europa, uma outra busca por reconhecimento de direitos será realizada. No próximo domingo, 5 de junho, haverá a comemoração do “Dia do Orgulho e da Serenidade Naturalista”.

O “Dia do Orgulho e da Serenidade Naturalista”, como informam os seus organizadores, não implicará em concentrações apenas nas praias de nudismo. As comemorações ocorrerão em todo ambiente aberto e sereno, onde se pode estar em contato com a natureza, --ao natural--, sem ofender o estabelecido nas leis civis.

Dia do Orgulho e da Serenidade Naturalista, sem violar a lei é o recado dos organizadores.


Um dos organizadores fala no “prazer de se estar nu no meio da natureza e isso se pode encontrar na praias, nas montanhas, nos lagos e nos rios”.

Para se preparar para o “Dia do Orgulho e da Serenidade Naturalista”, várias organizações promoveram a “limpeza de praias”, onde se admite a prática do nudismo. Na Espanha, por exemplo, são 242 práias nudistas.

Nessa 2ª.edição do “Dia do Orgulho da Serenidade Naturalista”, o representante da Federação Italiana dos Naturalistas destacou que não se trata de exibicinismo, mas do prazer de se estar nu, no meio da natureza e sem violar a lei e escandalizar. E na Itália, pode-se ficar nu em apenas duas práias, ou seja, em Capocotta- no litoral romano- e Lido de dante, vizinho a Ravena.

Como se percebe, aos poucos a sociedade vai amadurecendo e coloca de lado aquela cultura do pecado, que, muitas vezes, é puro desrespeito e discriminação às minorias.






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