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AS ÚLTIMAS DA VOVÓ CANNABIS BRITÂNICA. Deu entrevista depois do julgamento. Lançou-se candidata ao parlamento. Seu livro bate recorde de vendas. Veja as suas declaraçõe pós julgamento.Tem a Vovó Cannabis Chilena

Por WFM-CARTACAPITAL

Hoje, 08 de abril de 2005, acabou a "novela" que agitou todo a Europa.

Patrícia Tabran, apelidada carinhosamente de Vovó Cannabis, de 66 anos e doceira de profissão (-já aposentada), foi julgada e teve a pena detentiva (6 meses) suspensa por dois anos. Deverá pagar multa de 1.095 dolares

Vovó Cannabis é um barato.


O julgamento ocorreu em Newcastle. E o juiz da causa, David Hodson, frisou que nã faria uma mártir, ou seja, não mandaria para a cadeia a Vovó Cannabis.

Depois de ouvir a sentença e deixar o Tribunal, a Vovó Cannabis deu entrevistas. Falou que vai continuar a fazer uso terapêutico da maconha.

Para surpresa geral avisou: "Hoje de manhão, antes de vir ao Tribunal, minha refeição foi óvos com maconha". No almoço vou preparar um prato que também levará maconha

O livro de Tabram é recorde de vendas. O título do livro é "A Vovoó que Come Maconha". A Vovó Cannabis deixou outro recado deposi do julgamento: "Vou sair candidata para defenser a legalização da maconha no Parlamento".

E a Vovó Cannabis já tem um site: http://grandma-lato-cannabis.com

Tabaran foi presa em flagramte e aguardava o julgamento solta, depois de prestar fiança. Sua prisão em flagrante ocorreu em março de 2005.

Conheça a sua história, em a) português; b)italiano; c)BBC.Brasil sobre o livro da Vovó Cannabis; d) ASSISTA AO DUAS VOVÓS CANNABIS E O LOBO MAU

.

a) em português.

Mal começou o ano e Patrícia Tabram tornou-se celebridade européia. Isso aos 66 anos de idade, denunciados pelos cabelos grisalhos e uma necessária bengala. Usa óculos de aros dourados para ler e escrever sobre culinária, uma antiga paixão.

Lady Tabram ganhou o apelido de “Vovó Cannabis” que não teve objetivo pejorativo, mas um toque de carinho e admiração pela sua sinceridade e fina ironia.

A senhora Tabram cativou os europeus numa entrevista à BBC de Londres, logo depois de a polícia invadir a sua casa e apreender 30 pés de maconha, plantados em vasos da sala e uma dezena saquinhos, espalhados pela cozinha, plenos de secas folhas e sementes de erva canábica.

No momento, os funcionários judiciários do Tribunal Penal de Newcastle estão apreensivos. Vai ser concorrido o julgamento da “Vovó Cannabis”, marcado para o próximo mês de março. Na entrevista à BBC, a “Vovó Maconha” foi logo dizendo:- “A marijuana é uma erva natural como a hortelã. Tem efeito colateral, aliás, como diversos remédio vendidos legalmente nas farmácias”.

Insuportáveis dores nas articulações e nas pernas,-- que se tornaram irrequietas e causadoras de sofrimentos---, levaram a senhora Tabran a consumir maconha. Admitiu o uso medicinal logo ao ser detida, ou melhor, declarou-se “culpada” por usar maconha cinco vezes ao dia e durante cinco dias da semana, sempre com finalidade terapêutica.

Nonna cannabis,vuole vivere in pace.


A sexagenária lady Tabran reconheceu o acerto dos médicos quando afirmam provocar o consumo da maconha a perda da memória imediata. E cutucou, apoiada na experiência pessoal: -“Os idosos já têm esse problema sem usar maconha”. Às vezes não lembram onde acabaram de deixar a chave do automóvel. E o procurado par de óculos pode estar apoiado na própria testa e não nas gavetas buscadas.

Todas as perguntas da imprensa foram tiradas de letra pela simpática “Vovó Cannabis”. Em especial o assunto foi a dependência, causada pelo uso freqüente da maconha: -“A gente já é dependente de tantas outras coisas, das telenovelas às batatinhas fritas”.

Como sempre deixou claro, a “Vovó Cannabis” não se considera criminosa. Usa a droga para inibir a dor e com finalidade lúdica, recreativa.

Por não apreciar “queimar-fumo”, a “Vovó Cannabis”, resolveu usar a erva como ingrediente no preparo dos pratos. Há anos, ela faz parte de um “club de culinária” e centenas de associados, idosos e reumáticos, passaram, para fim terapêutico e gustativo, a apreciar as suas receitas.

Além dos doces e salgados, a senhora Tabram recomenda a mistura erva ao chá e ao chocolate quente.

Caso seja condenada à prisão, lady Tabram tem certeza de que, cumprida a pena, voltará a usar a maconha. Acredita ser o único remédio capaz de lhe tirar as dores e permitir a liberdade de locomoção pela casa e pelas ruas.

O julgamento da “Vovó Maconha” poderá ter a benção da santa Ildegarda de Bingen, uma beneditina alemã falecida em 1179 e contemporâneo do famoso São Bernardo.

Numa época de papas, antipapas e o sanguinário Frederico Barbarossa, a religiosa Ildegarda escreveu sobre biologia, química, medicina, física e filosofia, além das obras espirituais, estas inspiradas nas suas visões e estases, iniciados aos 5 anos de idade.

Sobre a maconha, --hannf em alemão--, a pesquisadora Ildegarda escreveu que as folhas e as sementes são salutares e comê-las faz bem. O alimento é leve para o estomago, digestivo e útil para reduzir o mau-humor e manter o bom-humor.

Pelo jeito, a “Vovó Cannabis” é uma mulher de fé, ou melhor, acredita nas propriedades terapêuticas da marijuana. Em carta pessoalmente levada à residência oficial do premier Tony Blair, se disse irritada com o acontecido, mas alertou que não vai se dar vencida. Recomendou a Blair o chocolate quente misturado à cannabis para obter melhoras, física e mental.

Enquanto a “Vovó Cannabis” luta pela não criminalização do uso da maconha terapêutica, o presidente George W.Bush é apanhado na mentira, pelo jornal The New York Times, edição de domingo 20 (20/02/2005).

O jornal publicou o conteúdo das gravações de conversas telefônicas mantidas com o seu amigo Doug Wead, no período em que disputava pela primeira vez a presidência dos EUA.

Bush criticou o concorrente democrata, Al Gore, por ter admitido que fumou maconha na juventude. Depois dessa crítica, Bush segredou a Wead que jamais responderia perguntas sobre consumo de maconha na sua adolescência “isso porque não quero que um garoto faça as mesmas coisas que eu já fiz”.

Ao contrário do presidente Bush,-- ex-adepto da prática de enxugar garrafas com alcoólicos, a Vovó Cannabis é sincera e assume os seus atos.

b) ITALIANO

Vovó Cannabis conta à BBC de Londres e BBC Brasil sobre o seu livro de receitas à base de maconha.


E' cominciato male l'anno e Patrícia Tabram e' divenuta una celebrita' europea: a 66 anni di eta', dimostrati dai capelli grigi e dalla necessita' del bastone. Usa occhiali con la montatura dorata per leggere e scrivere le ricette culinarie, un'antica passione.

Lady Tabram si e' guadagnata il soprannome di "Nonna Cannabis" che non e' un dispregiativo, ma da' un tocco di simpatia e di ammirazione per la sua sincerita' e raffinata ironia. La signora Tabram ha conquistato gli europei con una intervista alla BBC di Londra, dopo che la polizia le aveva invaso casa e sequestrato 30 piante di marijuana, piantate nei vasi, e una decina di sacchetti, sparsi per la cucina, pieni di foglie secche e di semi di cannabis.

Al momento i funzionari giudiziari del Tribunale Penale di Newcastle sono preoccupati. Dovranno giudicare "Nonna Cannabis" nel prossimo mese di marzo.

Nell'intervista alla BBC, la "Nonna Cannabis" ha detto subito: "La marijuana e’ un’erba naturale tanto quanto la menta. Ha degli effetti collaterali, come del resto avviene per diversi farmaci venduti legalmente nelle farmacie". Insopportabili dolori alle articolazioni e alle gambe, che le causano sofferenza, hanno spinto la signora Tabram a consumare marijuana. Ha ammesso l'uso medicinale dopo essere stata arrestata, o meglio, si e' dichiarata "colpevole" per usare marijuana 5 volte al giorno e per 5 giorni alla settimana, sempre con finalita' terapeutiche.

La sessantenne lady Tabram riconosce il parere dei medici quando sostengono che il consumo della marijuana provoca la perdita di memoria immediata. E ha precisato, supportata dall'esperienza personale: "Gli anziani hanno gia' questo problema senza usare marijuana". Alle volte non ricordano dove hanno lasciato le chiavi dell'automobile. E dopo avere cercato gli occhiali potrebbero essere sulla propria testa e non nei cassetti frugati.

Tutte le domande della stampa sono state riprese alla lettera dalla simpatica "Nonna Cannabis". In particolare la questione della dipendenza, causata dall'uso frequente della marijuana: "La gente e' gia' dipendente da tante altre cose, dalle telenovele alle patatine fritte".

Come sempre ha chiarito, la "Nonna Cannabis" non si considera una criminale. Usa la droga per inibire il dolore e con finalita' ludiche, ricreative, e per non apprezzare di fumarsela, la "Nonna Cannabis", usa l'erba come ingrediente nella preparazione dei piatti. Da anni fa parte di un "club culinario" e centinaia di associati, anziani e con reumatismi, sono passati, per fini terapeutici e di gusto, ad apprezzare le sue ricette. Oltre ai dolci e ai biscotti, la signora Tabram raccomanda la miscela di erba nel te e nel cioccolato caldo. In caso venga condannata al carcere, lady Tabram e' certa che, una volta scontata la pena, tornera' ad usare marijuana.

Ritiene sia l'unico rimedio capace di calmare i suoi dolori e permetterle la liberta' di movimento in casa e per strada.

Il processo di "Nonna Cannabis" potrebbe avere la benedizione di Santa Ildegarda de Bingen, una benedettina tedesca morta nel 1179 e contemporanea del famoso San Bernardo.

In quell'epoca di papi, antipapi e del sanguinario Federico Barbarossa, la religiosa Ildegarda scrisse sulla biologia, chimica, medicina, fisica e filosofia, oltre alle opere spirituali, ispirate queste dalle sue visioni ed estasi, cominciate all'eta' di 5 anni.

Sulla marijuana, hannf in tedesco, la ricercatrice Ildegarda aveva scritto che le foglie e i semi sono salutari e mangiarli fa bene. L'alimento e' leggero per lo stomaco, digestivo e utile per ridurre il malumore e mantenere il buon umore.

Per vocazione, "Nonna Cannabis" e' una donna di fede, o meglio, crede nelle proprieta' terapeutiche della marijuana. Con una lettera consegnata personalmente alla residenza ufficiale del premier Tony Blair, si e' detta irritata degli eventi, ma ha avvertito che non si dara' per vinta. Ha raccomandato a Blair il cioccolato caldo mescolato alla cannabis per ottenere miglioramenti, fisici e mentali.

Mentre "Nonna Cannabis" lotta per la non criminalizzazione dell'uso della marijuana terapeutica, il presidente George W. Bush e' stato scoperto nella menzogna, dal giornale The New York Times, edizione di domenica 20 febbraio.

Il giornale ha pubblicato il contenuto delle registrazioni di alcune conversazioni telefoniche che aveva avuto con il suo amico Doug Wead, all'epoca in cui si disputava per la prima volta la presidenza degli Usa. Bush criticava il concorrente democratico Al Gore, per avere ammesso di avere fumato marijuana in gioventu'. Dopo questa critica, Bush ha rivelato a Wead che non avrebbe mai risposto a domande sul consumo di marijuana nella sua adolescenza "questo perche' non voglio che un ragazzo faccia le stesse cose che ho fatto io".

Al contrario del presidente Bush, ex adepto della pratica di prosciugare le bottiglie di alcolici, la Nonna Cannabis e' sincera e si assume la responsabilita' dei suoi atti.

Wálter Fanganiello Maierovitch, già segretario nazionale in Brasile.

c)Vovó Cannabis e o seu livro de receitas- transcrito da BBC.Brasil.- março de 2005-

Patricia Tabram faz biscoitos, sopas e cozidos com a planta Uma mulher de 66 anos escreveu um livro com receitas que usam a planta da maconha como ingrediente. Patricia Tabram, de Hexham, Northumberland, na Inglaterra, faz biscoitos, sopas e cozidos com a planta para ela mesma e seus amigos.

Ela espera que seu livro, intitulado Vovó Come Maconha, seja publicado em breve.

A avó de duas crianças começou a cozinhar para os amigos usando a maconha como ingrediente, depois de experimentar a droga pela primeira vez em 2004.

"Eu sofria de depressão e dores nas costas. Eu fui para a cama e, na manhã seguinte, me senti muito melhor. Eu não sabia o que eu tinha usado e perguntei aos meus amigos. E eles disseram que era maconha", disse Tabram, que já foi chefe de restaurante. "Mas como eu não gosto de fumar, eles disseram que eu poderia cozinhar com a planta."

Mas a polícia de Northumberland foi avisada e foi à casa de Tabram em maio e junho do ano passado (2004).

Eles apreenderam 31 plantas que estavam sendo cultivadas no sótão e outra em uma mesa no corredor.

"Quando a polícia veio a minha casa, eu os convidei para entrar. Eu falei para eles olharem no sótão e ofereci chá com biscoitos", disse ela.

Tabram está sendo acusada de posse de maconha e compareceu a um tribunal esta semana depois de admitir posse da droga com o objetivo de traficar.

Ela foi solta sob fiança até o dia 11 de março.

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D)ASSISTA: AS DUAS VOVÓS CANNABIS E O LOBO MAU.






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